POLÍTICA NACIONAL

Comissão realiza conferência para ouvir trabalhadoras da Câmara

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados realiza, nesta quinta-feira (14), o evento “Vozes da Câmara: Conferência Livre das Trabalhadoras”, vinculado ao 5º Ciclo de Conferências de Políticas para as Mulheres.

O debate será realizado às 9 horas, no Auditório Freitas Nobre, e atende a pedido da deputada Célia Xakriabá (Psol-MG).

Veja mais detalhes sobre o debate

Segundo a parlamentar, o objetivo é criar um espaço de fomento à democracia participativa por meio da escuta das trabalhadoras que contribuem para o funcionamento cotidiano do Legislativo federal.

Célia Xakriabá acrescenta que o Congresso Nacional, como espaço de articulação de leis e de concentração de poder, muitas vezes não oferece às trabalhadoras o devido espaço de debate e escuta para a melhoria de suas condições de vida e trabalho.

“A realização desta conferência é fundamental para dar voz às mulheres que, com seu trabalho diário, contribuem para o funcionamento desta Casa, garantindo que suas experiências, demandas e perspectivas sejam consideradas na formulação de políticas públicas e na atuação legislativa”, afirma.

Leia Também:  Câmara aprova projeto sobre utilização consciente da tecnologia digital

Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Fim da escala 6×1 dará ‘dignidade’ aos brasileiros, diz Cleitinho

Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (10), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019), que extingue a escala de trabalho 6×1 e adota o modelo 5×2.

— A gente deve obrigação e honra ao trabalhador e ao empresário. Então, que se vote, o mais rápido possível, o fim da escala 6×1, que se dê dignidade e se faça a escala 5×2 — declarou.

O parlamentar criticou privilégios da classe política e argumentou que trabalhadores submetidos à jornada atual enfrentam condições muito diferentes das vividas por agentes públicos. Para ele, a discussão sobre a jornada de trabalho deve levar em conta a realidade da população que depende do emprego formal.

— A verdade é que a gente está trabalhando aqui em 2×5. E eu queria entender o que faz um político que trabalha em 2×5, que ganha R$ 40 mil — fora os privilégios, fora o plano de saúde vitalício, o carro oficial, auxílio-alimentação e auxílio-moradia — querer convencer um trabalhador CLT, que trabalha 6×1, que ganha R$ 1.600 e pega ônibus lotado, de que a culpa é dele e de que ele não pode ter mais uma folga. Que loucura é essa? — argumentou.

Leia Também:  Projeto só permite que associação proponha ação coletiva se assunto tiver conexão com sua área de atuação

Para o parlamentar, a mudança é necessária para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. Ele argumentou que a jornada atual limita o tempo destinado ao descanso, à família e a outras atividades fora do ambiente de trabalho.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA