POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate atual cenário da saúde suplementar e impactos no SUS

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados realizará audiência pública na terça-feira (25) para discutir o atual cenário da saúde suplementar no Brasil e seus efeitos sobre o Sistema Único de Saúde (SUS).

O debate foi solicitado pelo deputado Dr. Max Lemos (PDT-RJ) e está marcado para as 10h30, no plenário 9.

De acordo com o deputado, o objetivo é discutir o cenário econômico e de prestação de serviços das operadoras de saúde suplementar, diante do aumento de reclamações, judicializações e cancelamentos de contratos.

Lemos informa que dados recentes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apontam que, nos últimos cinco anos, houve crescimento expressivo nas queixas contra operadoras e na judicialização de procedimentos médicos.

Além disso, acrescenta, fusões empresariais e a saída de operadoras relevantes no cenário nacional têm provocado a migração de beneficiários para o SUS, gerando desequilíbrios e pressionando os gastos na saúde pública.

“A realização desta audiência é importante para antecipar riscos, discutir soluções viáveis e assegurar que tanto a saúde pública quanto a suplementar possam coexistir de maneira equilibrada, garantindo o acesso da população a serviços de qualidade sem comprometer o orçamento público”, afirma o deputado.

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Da Redação – MB

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Motta sobre o fim da escala 6×1: “Foco é a redução da jornada sem redução salarial”

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o foco da discussão sobre a escala de trabalho é a redução da jornada de trabalho sem redução salarial. Segundo ele, há várias ideias em debate, como reduzir a jornada sem mexer na escala, voltar com a desoneração da folha e promover redução gradativa, entre outras, mas o objetivo é não reduzir o salário. Ele destacou que o tema é a matéria mais importante da Casa neste ano.

“Sabemos que o povo quer a redução da jornada. A Câmara tem a vontade política, mas temos a responsabilidade de tratar o tema com equilíbrio”, afirmou o presidente em entrevista a uma emissora de rádio da Paraíba nesta quinta-feira (23).

Na entrevista, Motta reforçou que a tramitação via proposta de emenda à Constituição (PEC) é o instrumento legislativo mais adequado para debater o tema, porque permite uma ampla discussão com todos os setores impactados. O governo enviou à Câmara um projeto de lei sobre o assunto.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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