POLÍTICA NACIONAL
Cláudia Fonseca Buzzi será a nova embaixadora na Hungria
A indicação de Cláudia Fonseca Buzzi para embaixadora do Brasil na Hungria foi confirmada em Plenário nesta terça-feira (8), com 42 votos favoráveis e um contrário. A mensagem da indicação (MSF) 25/2025 foi relatada pelo senador Nelsinho Trad (PSD-MS), que é o presidente da Comissão de Relações Exteriores (CRE).
Com graduação em direito pela Universidade de São Paulo (USP), Cláudia ingressou na carreira diplomática em 1985. Entre as funções que desempenhou estão os postos na embaixada e no consulado-geral em Buenos Aires (Argentina), além da atuação como embaixadora na Suíça. A indicada foi submetida a sabatina na CRE em 2 de julho.
A Hungria mantém relações diplomáticas com o Brasil há 97 anos. Em 2024, o comércio bilateral ultrapassou US$ 770 milhões, com destaque para a exportação de aeronaves da Embraer. O país europeu também oferece 250 bolsas anuais a estudantes brasileiros por meio do programa Stipendium Hungaricum.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Izalci critica acordo para salvar BRB e cobra apuração de prejuízos
Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (9), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o acordo para salvar o BRB (Banco de Brasília) e afirmou que os custos da operação serão transferidos à população do Distrito Federal. De acordo com o senador, o Governo do Distrito Federal assumirá obrigações financeiras por até 15 anos para fazer frente aos prejuízos decorrentes de investimentos realizados pela instituição na tentativa de compra do Banco Master, barrada pelo Banco Central.
Segundo Izalci, o acordo prevê um aporte de R$ 8,8 bilhões no banco, valor que, segundo seus cálculos, é incompatível com o patrimônio atual do BRB. O senador também afirmou que ainda existem incertezas sobre a recuperação de parte dos ativos envolvidos na operação e questionou a falta de acesso a relatórios de auditoria produzidos para analisar as operações do banco.
— Estamos investindo R$ 8 bilhões num patrimônio que hoje vale R$ 3 bilhões. Isso sem considerar, ou considerando, que realmente os R$ 8 bilhões vão resolver o problema, e não vão, vão simplesmente pagar o prejuízo dessa roubalheira toda que foi feita — declarou.
O senador também criticou a utilização de recursos públicos para viabilizar o acordo e afirmou que o comprometimento de receitas futuras poderá impactar investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública no Distrito Federal. Na avaliação de Izalci, a destinação de recursos para cobrir os prejuízos poderá restringir a capacidade do governo local de ampliar gastos e investimentos nessas áreas nos próximos anos.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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