ELEIÇÕES 2026

Wellington aceita indicação de Elson Ramos para vice, mas decisão final ainda depende de Max Russi

Conversas se intensificam nas últimas 48 horas, enquanto presidente do Podemos avalia entre aliança com o PL ou apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta

O cenário político de Mato Grosso ganhou novos contornos nesta quarta-feira (5) com o avanço das negociações entre o senador Wellington Fagundes (PL) e o presidente estadual do Podemos, deputado Max Russi. Nas tratativas, Wellington aceitou a indicação do empresário Elson Ramos para compor como candidato a vice-governador em sua chapa, caso a aliança entre PL e Podemos seja oficializada.

A composição, no entanto, ainda depende da decisão final de Max Russi, que tem até o encerramento do prazo das convenções partidárias para definir o rumo do Podemos. O partido segue dividido entre integrar o projeto liderado por Wellington Fagundes ou manter alinhamento com a base governista e apoiar a candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Nos bastidores, as articulações se intensificaram nas últimas 48 horas. Wellington e Max se reuniram em pelo menos duas ocasiões, incluindo um almoço político e uma nova conversa reservada durante a noite, quando deram continuidade às negociações.

Durante o almoço também participaram lideranças do MDB, entre elas a candidata ao Senado Janaina Riva, deputados que disputam a reeleição e o senador Jayme Campos. Na ocasião, integrantes da legenda defenderam que Max Russi apoiasse ao menos a candidatura de Janaina ao Senado, independentemente da definição sobre o Governo do Estado.

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Questionado sobre o avanço das conversas, Wellington confirmou que aceitou a indicação de Elson Ramos para a vice, mas afirmou que a palavra final cabe ao presidente do Podemos. “Vai depender dele. Ainda nos falaremos”, resumiu.

Enquanto isso, persistem divergências internas no Podemos. Parte da legenda, liderada pelo ex-ministro Neri Geller e pelo deputado Beto Dois a Um, defende apoio à candidatura de Otaviano Pivetta. Outro grupo trabalha para consolidar a aliança com Wellington Fagundes, tendo a indicação de Elson Ramos como um dos pilares da composição.

Com o prazo legal se encerrando, a expectativa é de que Max Russi anuncie nas próximas horas a decisão que definirá o posicionamento do Podemos e poderá influenciar diretamente o desenho da disputa pelo Governo de Mato Grosso nas eleições de 2026.

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Possível entrada do Podemos leva Novo a reavaliar composição da chapa de Wellington

Negociações entre as legendas ganham força às vésperas das definições partidárias e podem alterar a indicação do candidato a vice-governador.

As articulações para a formação das chapas que disputarão o Governo de Mato Grosso seguem em ritmo acelerado e ganharam um novo capítulo nesta quarta-feira (5). A possibilidade de o Podemos integrar o projeto político liderado pelo senador Wellington Fagundes (PL) fez o Novo reavaliar a composição da chapa majoritária, especialmente a definição da vaga de vice-governador.

Até então, o empresário Marcelo Maluf era apontado como o principal nome do Novo para ocupar a vice de Wellington. No entanto, o avanço das conversas envolvendo o Podemos abriu espaço para novas negociações e pode levar a ajustes na composição da aliança.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que a entrada do Podemos fortaleceria politicamente a candidatura de Wellington, mas também exigiria uma redistribuição dos espaços na chapa majoritária. A definição sobre quem ocupará a vaga de vice passou a integrar o centro das negociações entre os partidos.

Apesar da reavaliação, a tendência dentro do Novo ainda é manter Marcelo Maluf como prioridade para a indicação, enquanto o Podemos discute internamente os termos de uma eventual participação no projeto eleitoral.

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A expectativa é que as decisões tomadas nas convenções e nas reuniões partidárias ao longo do dia sejam determinantes para o desenho final da aliança. Caso o Podemos confirme a adesão ao grupo de Wellington Fagundes, a composição da chapa poderá sofrer mudanças significativas, consolidando uma nova configuração para a disputa pelo Palácio Paiaguás nas eleições de 2026.

Fonte: Gazeta digital 

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