ELEIÇÕES 2026

Após derrota na convenção do União, Jayme rompe com partido e anuncia apoio à chapa de Wellington e Janaina ” não me curvei ” – veja o video 

Senador afirma que não seguirá a orientação da legenda, diz ter sido traído no processo interno e declara que atuará na campanha da oposição em Mato Grosso.

O senador Jayme Campos (União Brasil) oficializou seu rompimento político com a decisão do partido nas eleições de 2026 e anunciou apoio às candidaturas de Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso e de Janaina Riva (MDB) ao Senado Federal.

A declaração foi feita durante a convenção estadual do MDB, realizada na noite de terça-feira (4), um dia após Jayme ser derrotado na convenção do União Brasil, que definiu, por 30 votos a 19, apoio ao projeto de reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Em discurso, o senador afirmou que não acatará a decisão tomada pela maioria dos convencionais e sustentou que continuará participando ativamente da disputa eleitoral ao lado da chapa adversária. Jayme também afirmou que sai do processo interno fortalecido e voltou a criticar a condução da convenção partidária.

“Não me curvo para ninguém, não fico de joelhos. Estarei nas trincheiras para defender essas duas candidaturas”, declarou, em referência a Wellington Fagundes e Janaina Riva.

Durante o pronunciamento, Jayme afirmou ainda que se sentiu traído dentro da legenda e atribuiu o resultado da convenção ao peso da estrutura política e econômica. Segundo ele, a decisão do União Brasil não altera sua posição no pleito e sua atuação será em favor do grupo de oposição ao governo estadual.

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A derrota na convenção encerrou a tentativa do senador de representar o União Brasil na disputa pelo Palácio Paiaguás. Paralelamente, o Republicanos oficializou a composição da chapa governista com a confirmação do deputado Fábio Garcia (União Brasil) como candidato a vice-governador de Otaviano Pivetta.

Apesar do posicionamento de Jayme, o presidente estadual do União Brasil, Mauro Mendes, afirmou que não haverá punições aos filiados que optarem por apoiar outro projeto político, o que abre espaço para que o senador e outras lideranças da sigla atuem em palanques diferentes durante a campanha.

A decisão amplia a divisão interna no União Brasil e acrescenta um novo componente ao cenário eleitoral de Mato Grosso, consolidando o alinhamento de Jayme Campos ao projeto político liderado por Wellington Fagundes e Janaina Riva, enquanto a direção da legenda permanece ao lado da candidatura de Otaviano Pivetta.

Video fonte midianews

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Possível entrada do Podemos leva Novo a reavaliar composição da chapa de Wellington

Negociações entre as legendas ganham força às vésperas das definições partidárias e podem alterar a indicação do candidato a vice-governador.

As articulações para a formação das chapas que disputarão o Governo de Mato Grosso seguem em ritmo acelerado e ganharam um novo capítulo nesta quarta-feira (5). A possibilidade de o Podemos integrar o projeto político liderado pelo senador Wellington Fagundes (PL) fez o Novo reavaliar a composição da chapa majoritária, especialmente a definição da vaga de vice-governador.

Até então, o empresário Marcelo Maluf era apontado como o principal nome do Novo para ocupar a vice de Wellington. No entanto, o avanço das conversas envolvendo o Podemos abriu espaço para novas negociações e pode levar a ajustes na composição da aliança.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que a entrada do Podemos fortaleceria politicamente a candidatura de Wellington, mas também exigiria uma redistribuição dos espaços na chapa majoritária. A definição sobre quem ocupará a vaga de vice passou a integrar o centro das negociações entre os partidos.

Apesar da reavaliação, a tendência dentro do Novo ainda é manter Marcelo Maluf como prioridade para a indicação, enquanto o Podemos discute internamente os termos de uma eventual participação no projeto eleitoral.

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A expectativa é que as decisões tomadas nas convenções e nas reuniões partidárias ao longo do dia sejam determinantes para o desenho final da aliança. Caso o Podemos confirme a adesão ao grupo de Wellington Fagundes, a composição da chapa poderá sofrer mudanças significativas, consolidando uma nova configuração para a disputa pelo Palácio Paiaguás nas eleições de 2026.

Fonte: Gazeta digital 

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