POLÍTICA MT
Presidente Max Russi finaliza primeiro ano à frente da ALMT com avanços em governança, transparência e modernização
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), que tomou posse à frente da gestão do Parlamento em fevereiro deste ano, encerra o primeiro ano de mandato à frente da Casa de Leis com importantes iniciativas nas áreas de governança, transparência, responsabilidade previdenciária, valorização dos servidores e modernização administrativa.
Uma das primeiras ações à frente da Mesa Diretora foi a revisão do regimento interno, que aumentou a duração das sessões para proporcionar mais discussões dos projetos em tramitação na Casa.
Em 2025, a ALMT protagonizou um marco histórico na administração pública estadual ao se tornar o primeiro Poder do Estado a aderir integralmente ao novo modelo previdenciário gerido pelo MTPrev. Foram repassados R$ 73,6 milhões, que passaram a ser administrados pelo Comitê de Investimentos do MTPrev, dentro de um modelo considerado moderno e sustentável.
No ano em que o Parlamento celebrou 190 anos de história, a Mesa Diretora intensificou a política de valorização dos servidores com a ampliação do auxílio-saúde, criação de 37 funções gratificadas aos servidores efetivos, o reposicionamento funcional dos efetivos nomeados em 2013 e a autorização de quebra de interstício vinculada à capacitação, incentivando a formação continuada.
A gestão também avançou na revisão e otimização de processos internos, com foco na redução da burocracia e na ampliação do uso de soluções tecnológicas, fortalecendo a eficiência administrativa. Como reflexo dessas ações, a ALMT conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, o Selo Diamante de Transparência, reconhecimento nacional pelas boas práticas em governança e acesso à informação.
Foto: ANGELO VARELA / ALMT
“Esta conquista não pertence apenas à Presidência, à Mesa Diretora ou a um único setor, ela é de todos os deputados e servidores que, diariamente, se dedicam a aprimorar nossos sistemas, nossa governança e a relação da Assembleia com a sociedade. É o resultado de um pacto institucional pelo fortalecimento da democracia e pelo respeito ao cidadão”, afirmou o presidente Max Russi.
No campo institucional, a Assembleia atuou em pautas estratégicas de interesse dos 142 municípios mato-grossenses e instalou uma comissão interinstitucional para padronização das emendas impositivas, ampliando a transparência e a organização do processo legislativo.
Durante o ano, a Presidência também teve atuação destacada em temas relevantes, entre eles a Moratória da Soja, Áreas Úmidas, Estatuto do Pantanal, o projeto de construção do primeiro Hospital Veterinário, a renovação da concessão da energia elétrica com garantia de melhorias nos serviços, a assinatura da gestão do Hospital Albert Einstein, a implantação de guichê exclusivo para atendimento a surdos na Assembleia e a realização do Troféu Parlamento.
“Da organização da Casa à defesa de causas sensíveis, cada decisão teve um objetivo claro: fazer o Parlamento chegar onde a população mais precisa”, concluiu o presidente.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA MT
Barbudo alerta para crise nas contas públicas e diz que Brasil chegou a situação “humilhante”
Deputado responsabiliza decisões de Governo pelo desequilíbrio fiscal e cita dificuldades de execução de recursos para Saúde e Educação
O deputado federal Nelson Barbudo (Podemos-MT) fez um duro alerta nesta quarta-feira, 12, sobre a situação das contas públicas brasileiras e afirmou que o país chegou a uma condição “humilhante”, apesar do crescimento da arrecadação e das sucessivas medidas adotadas pelo Governo Federal para elevar receitas. Em vídeo gravado no plenário da Câmara dos Deputados, Barbudo utilizou a divisão política entre parlamentares de direita e de esquerda para atribuir aos adversários parte da responsabilidade pelo atual quadro fiscal.
“Deste lado ficam os deputados da direita, deste lado ficam os deputados da esquerda. Deputados que fizeram questão de quebrar o nosso país” – acentuou o parlamentar.
Na sequência, o parlamentar chamou atenção para as dificuldades de execução do Orçamento federal e citou especialmente duas áreas consideradas essenciais. Segundo ele, “a União não tem 120 bilhões para tocar a educação e a saúde”, conforme demonstrativos sobre a limitação financeira para execução de despesas do Governo Federal. Análise da Consultoria de Orçamentos do Senado aponta uma diferença de aproximadamente R$ 105,5 bilhões entre despesas discricionárias passíveis de pagamento e o limite financeiro atualmente disponível para o conjunto do Poder Executivo. Saúde e Educação aparecem entre as áreas mais pressionadas.
“Onde foi parar este dinheiro? Nós não sabemos. Eu sei que deste lado do plenário as votações contribuem para que o Brasil chegue em uma situação humilhante. Um dos maiores países do mundo não tem condições de manter a educação e a saúde” – frisou, ao apontar a bancada dos parlamentares de esquerda. Para Barbudo, o problema evidencia a deterioração da capacidade do Governo Federal de administrar as contas públicas e manter recursos suficientes para políticas essenciais.
Neste momento, segundo o parlamentar, existe um cenário de aumento da arrecadação federal, crescimento da dívida pública e forte pressão dos juros sobre as contas do país. Nos últimos anos, o Governo Federal também adotou diferentes medidas de aumento ou recomposição de receitas tributárias.
Barbudo sustentou ainda que o desequilíbrio fiscal não pode ser tratado apenas como um problema de arrecadação, mas também como resultado das escolhas políticas e orçamentárias adotadas pelo governo e por sua base no Congresso. Diante disso, ele pediu atenção dos eleitores ao momento que se aproxima, com a eleição para presidente da Republica, senadores, deputados federais e deputados estaduais. “Portanto, nas próximas eleições, você pense bem” – pediu o parlamentar na mensagaem.
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