COMPROMISSO COM O OESTE
Prefeita destaca obras de Mauro e Pivetta e defende continuidade de projeto para a região
Eliene Liberato cita investimentos em infraestrutura, educação e mobilidade e afirma que dupla transformou demandas antigas em entregas para a população
A prefeita de Cáceres, Eliene Liberato, destacou o compromisso do ex-governador Mauro Mendes e do vice-governador Otaviano Pivetta com Cáceres e a região Oeste de Mato Grosso e defendeu a continuidade do projeto de desenvolvimento implantado nos últimos 7 anos e meio. Ela citou obras em infraestrutura, educação, saúde e mobilidade que transformaram antigas demandas em entregas para a população.

“Graças a Deus, como essa, as outras obras, o compromisso de fazer, chama-se essa dupla aqui: Mauro Mendes e Pivetta. Nunca esqueça, foi uma luta, compromisso com a cidade, com a região, porque hoje nós estamos aqui graças a eles. Então é justo que esse projeto do nosso Estado continue dando certo”, afirmou Eliene, durante a agenda de Mauro Mendes e Pivetta nesta terça-feira (08.09) na cidade.
Entre as ações citadas pela prefeita estão a conclusão e entrega da Escola Técnica Estadual, investimentos na Unemat, a pavimentação da MT-343, revitalização de praças e obras de asfaltamento. Ela também destacou a recuperação de espaços públicos e afirmou que novos investimentos já estão previstos para o município.
“Ainda vamos fazer mais de 50 quilômetros de asfalto, tem projeto já encaminhado. Investimentos que, se a gente for ficar aqui, vamos ficar falando a noite inteira. Revitalização de praças públicas, asfalto. Fez inúmeras obras, MT-343, ele terminou, entregou, escola, creche”, disse.
Para Eliene, os resultados são fruto da união entre Estado e município e da articulação política em torno das demandas da região. Ela também citou a participação do ex- chefe do Escritório de Representação de Mato Grosso em Brasília (Ermat) e candidato a deputado federal, Dr. Leonardo Albuquerque, nas ações voltadas para Cáceres.
Mauro também relembrou obras que, segundo ele, representavam demandas antigas da população de Cáceres. Entre elas está a Rua Membeca, que, conforme o candidato, era aguardada havia cerca de 40 anos.
“Eu passei um dia desses ali na Rua Membeca, que tem mais de dois quilômetros. E tinha quantos anos que se prometia? Quarenta anos. Quarenta anos que se prometia, que já passou muita gente por aqui, pelo governo, pela prefeitura, e prometia fazer asfalto. Os moradores não acreditavam mais em promessas, mas, graças a Deus, está lá a Rua Membeca asfaltada, assim como nós fizemos tantas outras coisas boas aqui para a cidade de Cáceres”, afirmou.
O candidato ao Senado também citou a Zona de Processamento de Exportação (ZPE), a ligação de Cáceres com Porto Estrela, a conclusão das obras do aeroporto, os investimentos na Unemat e a Escola Técnica como parte do conjunto de ações realizadas durante sua gestão no Governo de Mato Grosso.
“Muita coisa boa aconteceu na cidade de Cáceres. Eu tenho muita alegria de ter ajudado junto com o Pivetta esse processo de recuperação do Estado e fazer muita coisa para a vida das pessoas. Tenho absoluta convicção que o Pivetta está muito preparado e teve comigo lá esses sete anos e três meses como vice-governador. É uma pessoa experiente, já foi prefeito três vezes numa das melhores cidades de Mato Grosso, que é Lucas do Rio Verde. Ajudou a construir aquela cidade. Então, ele está muito preparado para continuar esse modelo de crescimento e desenvolvimento de Mato Grosso, da região Oeste e aqui da região de Cáceres, que tem um potencial que precisa ser mais explorado”, afirmou.
POLÍTICA MT
Mauro prevê colapso na receita com reforma tributária e vai propor novo modelo até 2033
Candidato ao Senado afirma que mudanças podem reduzir receitas públicas e a competitividade de Mato Grosso e defende correções para evitar impactos sobre estados produtores
O candidato ao Senado Mauro Mendes afirmou que a reforma tributária poderá provocar uma forte redução da receita pública a partir de 2033 e defendeu que o novo modelo seja acompanhado e ajustado pelo Congresso Nacional para evitar prejuízos aos estados produtores, como Mato Grosso. A declaração foi feita durante o Diálogos com os Candidatos ao Senado, realizado nesta quarta-feira (09.08), promovido pela Aliança do Setor Produtivo, composto pela FIEMT, Fecomércio e Famato.

Mauro classificou como preocupante o impacto que a mudança poderá produzir sobre as contas públicas, principalmente pela alteração na forma de arrecadação e pela perda de instrumentos utilizados pelos estados para atrair investimentos e compensar dificuldades estruturais, como a distância dos grandes mercados consumidores.
“Eu temo em dizer, sem muito medo de errar, que isso vai dar um grande e terrível processo de diminuição da receita pública. Seguramente vai acontecer lá em 2033”, afirmou Mauro, ao alertar para os efeitos da transição para o novo sistema tributário.

Na avaliação do candidato ao Senado, Mato Grosso está entre os estados que precisam acompanhar de perto a transição porque possui uma economia fortemente baseada na produção e exportação de commodities. Ele argumenta que a mudança pode beneficiar determinados setores e regiões, enquanto estados produtores podem perder competitividade com o fim de mecanismos que hoje ajudam a compensar custos de produção e logística.
“Acredito que, até hoje, a grande maioria das pessoas não sabe exatamente o que foi aprovado e qual será o impacto da reforma tributária. Ela é extremamente favorável aos exportadores, porque foi construída com o objetivo de facilitar, melhorar e reduzir a carga tributária de quem exporta. Quem exporta no país terá ganhos gigantescos com a redução dos custos tributários. O problema é que quem não exporta poderá enfrentar grandes dificuldades”.
O candidato também criticou a profundidade do debate político sobre a reforma. Segundo ele, decisões com impacto de longo prazo exigem uma análise mais detalhada dos efeitos sobre a arrecadação, a atividade econômica e a capacidade de investimento dos estados.
“Os políticos brasileiros, de maneira geral, não mergulham com profundidade nos temas. Nos últimos anos, a política no Brasil ficou muito rasa: o político faz um discurso, busca visibilidade, se elege e muitas vezes não entrega aquilo que prometeu. No caso da reforma tributária, eu temo, sem muito medo de errar, que teremos um grande e terrível processo de diminuição da receita pública. Se os exportadores não vão pagar, quem vai arcar com os custos de uma máquina pública que aumenta dia após dia? Nós vamos ter um grande colapso. Se ele não acontecer até 2032, seguramente vai acontecer em 2033”.
Mauro defendeu que sua experiência à frente do Governo de Mato Grosso poderá ser utilizada no Senado justamente para atuar em discussões que tenham impacto direto sobre a economia estadual. Para ele, o próximo passo deve ser acompanhar a regulamentação e a implementação da reforma e trabalhar para que eventuais distorções sejam corrigidas antes que produzam efeitos mais severos sobre as contas públicas e a competitividade de Mato Grosso.
“É por isso que eu me candidato ao Senado, porque acredito que com essa experiência acumulada eu posso entregar muito resultado como senador por Mato Grosso”, afirmou.
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