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Polícia Civil de Sorriso recebe fuzis 556 para reforçar ações de combate à criminalidade

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Capaz de atingir com precisão um alvo a até 600 metros de distância, o fuzil 556 se tornou um importante aliado nas ações de enfrentamento ao crime organizado. Outra vantagem está relacionada à resistência do armamento, projetado para ser utilizado em condições hostis como operações de buscas e apreensões em regiões de mata. Foi com base nesses requisitos que a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (SESP/MT) investiu R$ 357 mil na aquisição de 39 fuzis CALIBRE 556 para fortalecer as atividades operacionais da Polícia Judiciária Civil.

Parte dos equipamentos, foi adquirido por meio de emendas parlamentares destinadas pelos deputados estaduais Xuxu Dal Molin (PSC) e Valdir Moretto (Republicanos) que participaram nesta terça-feira (29) do ato de entrega do armamento, em Cuiabá.

“As organizações criminosas evoluem rapidamente. Diante disto, é indispensável que o Estado ofereça condições para que nossas forças de segurança deem uma resposta à altura e a melhor maneira de fazer isso é equipando nossos policiais com o que existe de melhor no mercado bélico”, avalia Dal Molin.

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O deputado aproveitou a oportunidade para defender a implementação de políticas públicas no sistema prisional do estado. Uma das propostas é a expansão de vagas de trabalho para que as pessoas privadas de liberdade auxiliem no custeio do sistema.

“Na semana passada estive na Casa de Liberdade [Lucas do Rio Verde] fazendo a doação de ferramentas para os adolescentes em conflito com a lei. Hoje estamos aqui acompanhando a entrega de fuzis para a Polícia Civil. Desta forma estamos trabalhando na repreensão e também na prevenção de práticas delituosos”, pondera.

Ainda de acordo com o deputado, dos 39 fuzis adquiridos, 4 deles serão destinados para a Delegacia da Polícia Civil de Sorriso e um para o município vizinho de Lucas do Rio Verde.

“O número de roubos a propriedades rurais cresceu assustadoramente na região norte do estado. Daí a necessidade de priorizarmos o reforço no armamento dos policiais que atuam nessa região”, complementa Dal Molin.

Além dos fuzis, a corporação também recebeu 25 carabinas modelo IA2, como parte extra legado da Força Nacional de Segurança.

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“As cobranças são muitas, assim como os riscos que enfrentamos diariamente em nossa profissão. E o que o mundo está passando é inevitável e para fazer frente a essas mudanças, os investimentos em ferramentas tecnológicas são fundamentais, passando, é claro, pela aquisição de produtos de qualidade e eficiência para o trabalho de nossos policiais”, afirmou o delegado-geral da Polícia Civil, Mário Dermeval. 

Segundo o gestor, os policiais civis das regionais serão capacitados nesta semana pela Academia de Polícia Civil (Acadepol) e pela Gerência de Operações Especiais (GOE) para operar os novos armamentos.

Fonte: ALMT

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TRE-MT rejeita recurso e mantém registro de Pivetta na disputa pelo Governo

Por unanimidade, Corte Eleitoral afastou questionamento apresentado pela coligação de Wellington Fagundes sobre possível inelegibilidade do governador

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) rejeitou, por 7 votos a 0, o recurso apresentado pela coligação Coração da Gente, do candidato Wellington Fagundes (PL), que questionava o registro de candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) à reeleição. A decisão foi tomada na segunda-feira (14) e mantém o registro de Pivetta para a disputa pelo Governo de Mato Grosso.

O recurso sustentava que Pivetta poderia estar inelegível em razão de decisões relacionadas a contas julgadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) durante o período em que ele foi prefeito de Lucas do Rio Verde.

Na análise do caso, o relator, juiz Pérsio Oliveira Landim, considerou a situação jurídica existente no momento do julgamento. Segundo a decisão, os efeitos da condenação relacionada ao TCU estavam suspensos por determinação judicial, afastando, naquele momento, o requisito necessário para o reconhecimento da inelegibilidade. 

Decisão mantém candidatura

O processo teve origem em questionamentos sobre um convênio firmado em 2001, quando Pivetta administrava Lucas do Rio Verde. O caso envolveu a aquisição de uma unidade móvel de saúde e posteriormente passou por diferentes decisões na Justiça Federal e no TCU. 

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De acordo com os autos citados no julgamento, Pivetta não constava no rol do TCU de responsáveis com contas irregulares para fins eleitorais e também não aparecia no Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade Administrativa e Inelegibilidade do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

O Ministério Público Eleitoral também havia se manifestado pela improcedência da impugnação e pelo deferimento do registro da candidatura.

Com o julgamento, o Pleno do TRE-MT manteve a decisão anterior que havia autorizado Pivetta a concorrer à reeleição. A candidatura permanece registrada, embora ainda possam existir recursos às instâncias superiores. 

A decisão desta segunda-feira representa a segunda manifestação desfavorável da Justiça Eleitoral às tentativas de questionamento do registro de Pivetta apresentadas pela coligação adversária. 

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