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Mauro Mendes admite atuar em campanha de Flávio no 2º turno: “Provável”

Ex-governador afirma que Rogério Marinho sinalizou necessidade de reforçar equipe, mas nega convite para assumir ministério

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O ex-governador de Mato Grosso e candidato ao Senado Mauro Mendes (União) admitiu a possibilidade de ir a Brasília para auxiliar a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República caso a disputa avance para o segundo turno. A declaração foi dada nesta quinta-feira (1º), após uma conversa com o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial. ⁠

Segundo Mendes, Marinho teria sinalizado a necessidade de ampliar a equipe de campanha para uma eventual segunda etapa da eleição e mencionado a possibilidade de contar com sua colaboração. O candidato ao Senado afirmou, porém, que ainda não recebeu um convite formal e que pretende aguardar o resultado do primeiro turno.

“Eu ouvi, não disse nem sim nem não, mas é algo que vamos esperar terminar o primeiro turno, para que, se um convite for feito para ajudar, muito provavelmente eu vá ajudar”, afirmou Mendes. ⁠

A possibilidade foi levantada durante uma ligação realizada na semana passada. Mendes confirmou que conversou com Rogério Marinho, mas afirmou que o assunto não envolveu uma eventual indicação para um ministério em um futuro governo de Flávio Bolsonaro.

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“Foi apenas uma ligação. Conheço o Rogério Marinho de algum tempo, […] mas não falamos nada disso [sobre ministério]”, declarou.

Mendes também comentou as especulações de que poderia ocupar um ministério caso Flávio Bolsonaro seja eleito. Segundo ele, comentários nesse sentido circulam entre aliados e outros candidatos, mas não houve negociação formal.

“É uma brincadeira, é uma suposição. Entre isso se tornar uma realidade como convite, existe um hiato muito grande, uma distância muito grande”, afirmou. ⁠

O ex-governador ressaltou ainda que sua atenção, neste momento, está concentrada na disputa ao Senado por Mato Grosso. A eleição ocorre neste domingo (4), quando o Estado escolherá dois senadores.

“Nesse momento eu não estou pensando nisso, estou pensando nas eleições de domingo, estou trabalhando para que isso possa ter êxito”, afirmou.

A eventual participação de Mendes na campanha presidencial ficaria, portanto, condicionada a um convite após o primeiro turno. A declaração não representa confirmação de que ele integrará a equipe de Flávio, mas indica que o candidato considera possível aceitar uma eventual solicitação de apoio. ⁠

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POLÍTICA MT

Pivetta diz que vai ao último debate “sem colinha” e aposta na experiência à frente do Governo

Candidato à reeleição afirma que pretende discutir propostas para Mato Grosso e volta a comentar questionamentos sobre episódio envolvendo a ex-esposa

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O governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta afirmou, nesta quinta-feira (1º), que chegou ao último debate da TV Vila Real sem uma estratégia previamente ensaiada e disposto a recorrer à experiência acumulada à frente do Executivo estadual.

Antes do confronto com os adversários, Pivetta disse que deixou de utilizar anotações durante os debates por considerar que o recurso acabava prejudicando sua participação.

“Eu não tenho nada na manga, não. Nós vamos ouvir e falar o que nós já sabemos, o que está no nosso pensamento, a nossa experiência, a nossa capacidade de pensar sobre Mato Grosso e de falar sem precisar de colinha. Eu, nas primeiras vezes, trouxe colinha, não foi útil para nada e só atraía. Por não ter treinamento, puxava muito o olhar para baixo, e o pessoal comentou sobre isso. Parei de trazer colinha e vamos falar o que o coração manda, e bora para frente”, declarou.

Pivetta também voltou a comentar os questionamentos feitos no debate anterior sobre uma acusação de violência doméstica envolvendo sua ex-esposa. O candidato admitiu que o assunto provoca constrangimento, mas afirmou que o caso ficou no passado e declarou ter sido inocentado em duas instâncias.

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“Olha, esse é um assunto que causa constrangimento. Realmente mexe muito comigo. Porque mexe com a minha família, mexe com a família dela, tem gente inocente, completamente inocente. Então, não é um tema para se trazer em campanha política, já que isso ficou no passado. Eu fui inocentado, fui inocentado em duas instâncias”, afirmou.

Ao falar sobre o episódio, Pivetta defendeu que o debate eleitoral concentre as discussões em propostas, planejamento e ações para o futuro do Estado.

“Então, é um assunto que não precisaria ser trazido diante de tantos assuntos que nós temos para falar sobre o futuro de Mato Grosso. É um assunto que me entristece, me aborrece. Aborreceria qualquer pessoa que fosse chamada para um assunto em que a gente se sente injustiçado”, completou.

O debate da TV Vila Real reúne os candidatos ao Governo de Mato Grosso nesta quinta-feira e marca um dos últimos confrontos entre os concorrentes antes do primeiro turno das eleições, marcado para domingo (4).

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