POLÍTICA MT

Juca do Guaraná entrega mil mudas de café a pequenos produtores em Santo Antônio de Leverger

O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) realizou, no último sábado (19), a entrega de mil mudas de café na comunidade de Sangradouro, em Santo Antônio de Leverger. A iniciativa, fruto de articulação junto à Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) e à prefeita Francieli Magalhães, visa fomentar a produção rural, garantir autonomia aos pequenos agricultores e ampliar as oportunidades de geração de renda no campo.

Durante a entrega, o deputado destacou a importância da agricultura familiar como base da economia local. “É a pequena agricultura que fomenta, que dá emprego aos feirantes, que alimenta o nosso comércio e que põe a comida na mesa. Quando você vai ao mercado e compra uma abóbora, um frango caipira, isso não vem dos grandes produtores, vem de pessoas que produzem e vendem, e que geram sustento para as famílias”, afirmou Juca do Guaraná.

As mudas entregues são originárias do município de Tangará da Serra, reconhecido por sua produção de café. Trata-se da variedade conilon, cultivada em regiões de baixa altitude e temperaturas mais elevadas, com tempo estimado de produção entre um ano e oito meses a dois anos.

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O secretário de Agricultura Familiar de Santo Antônio de Leverger, Sidney Magalhães, acompanhou a ação e ressaltou a importância da iniciativa. “Quero agradecer ao deputado Juca do Guaraná e a todos que vieram receber essas mudas, que são de Tangará da Serra. Tive o privilégio de ir lá buscar, vi a produção e falei para o deputado, que de pronto nos atendeu. Hoje, a comunidade está recebendo as mudas de café. Nós somos filhos de pequenos produtores e conhecemos as dificuldades de cada um que planta na roça. Com a força do deputado e da prefeita, essa comunidade vai continuar evoluindo muito”, declarou.

A ação integra um conjunto de políticas públicas que vêm sendo viabilizadas com apoio do deputado Juca do Guaraná para ampliar o acesso dos produtores a recursos, insumos e conhecimento técnico.

“Com o incentivo certo, o apoio do poder público e o trabalho incansável dessas famílias, podemos transformar o campo em um verdadeiro motor de desenvolvimento social e econômico para o nosso estado”, finalizou o parlamentar.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA MT

Aos 20 anos da Lei Maria da Penha, Barbudo propõe pacote de medidas contra violência e feminicídio

Projetos apresentados pelo deputado ampliam proteção às mulheres em aplicativos de transporte e no ambiente de trabalho, preveem suporte financeiro às vítimas e endurecimento da resposta aos agressores

Vinte anos depois de a Lei Maria da Penha transformar o enfrentamento à violência doméstica no Brasil, o deputado federal Nelson Barbudo (Podemos-MT) defende que o país dê um novo passo: ampliar os mecanismos capazes de proteger a mulher antes que a escalada da violência termine em feminicídio.

Nesta sexta-feira (7), data que marca as duas décadas da sanção da Lei nº 11.340/2006, o parlamentar destacou um conjunto de projetos que vem trabalhando para transformar em lei no Congresso Nacional.

As propostas atuam em diferentes situações de vulnerabilidade enfrentadas pelas mulheres. Entre elas estão o reforço da segurança nos aplicativos de transporte e a responsabilização das empresas; o afastamento de acusados de assédio no ambiente de trabalho; mecanismos de apoio financeiro às vítimas; e medidas mais rigorosas para impedir que agressores representem novamente risco às mulheres.

“Isso não é estatística. Isso é um absurdo. É uma rotina que precisa acabar” – afirmou Barbudo ao tratar dos casos de feminicídio registrados no país.

Uma das propostas destacadas pelo deputado trata especificamente da segurança das mulheres que utilizam aplicativos de transporte. Barbudo defende que as plataformas assumam maior responsabilidade pela segurança oferecida às passageiras e que sejam estabelecidos mecanismos mais rigorosos de proteção e responsabilização.

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“Uma mulher entra num carro de aplicativo e fica rezando para chegar ao seu destino sem sofrer violência. A segurança precisa ser reforçada no aplicativo e a empresa também precisa assumir responsabilidade” – afirmou.

A proposta integra a estratégia defendida pelo parlamentar de ampliar os espaços de proteção à mulher para situações que fazem parte da rotina de milhões de brasileiras.

Outro eixo do pacote apresentado por Barbudo está relacionado ao assédio dentro das empresas. O deputado propõe o afastamento do acusado como medida de proteção à vítima enquanto o caso é apurado, evitando que a mulher seja obrigada a continuar convivendo diariamente no mesmo ambiente com seu suposto agressor.

Para Barbudo, a permanência dessa convivência pode intimidar a vítima e dificultar a própria denúncia.

O parlamentar também defende mecanismos de proteção financeira para mulheres que tenham sua capacidade de sustento comprometida em consequência da violência ou do assédio.

A preocupação, segundo ele, é impedir que a dependência econômica obrigue uma vítima a permanecer em uma situação de vulnerabilidade.

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*Do combate à prevenção*

As propostas ganham significado especial no aniversário de 20 anos da Lei Maria da Penha. Sancionada em 7 de agosto de 2006, a legislação tornou-se um divisor de águas ao criar mecanismos específicos de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

Para Barbudo, entretanto, duas décadas depois o desafio é avançar principalmente na capacidade de antecipar a atuação do Estado.

A avaliação do deputado é de que a violência contra a mulher precisa ser enfrentada em todas as etapas: desde o assédio e as primeiras manifestações de agressividade e controle até situações de ameaça concreta à vida.

Isso exige, segundo ele, proteção à vítima, condições para romper situações de dependência, responsabilização de quem tem dever de garantir segurança e uma resposta mais efetiva do sistema de Justiça diante de agressores que representem risco.

“Eu tenho um pacote de projetos de lei para a defesa da mulher. Precisamos transformar essas propostas em leis para que nossas mulheres tenham a proteção devida do Estado” – afirmou.

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