ELEIÇÕES 2026

Irmã de Janaina Riva afirma ser candidata e que vai dobrar com o Contreira para federal – veja o video

A pré-candidata a deputada estadual Jéssica Riva, irmã da deputada Janaina Riva (MDB), afirmou em vídeo qu será candidata a deputada estadual e ainda declarou apoio público ao pré-candidato a deputado federal Contreira, fortalecendo um dos movimentos políticos mais relevantes das eleições de 2026 no interior de Mato Grosso. A manifestação foi enviada ao grupo de apoiadores do aliado, onde Jéssica agradeceu espaço e confirmou que o gesto representa também o posicionamento de toda a família Riva.

Jéssica destacou que pretende construir uma campanha conjunta com Contreira, apostando em uma dobradinha competitiva no próximo pleito. “Quero agradecer você, Contreira, por abrir esse espaço com seus amigos íntimos para mim, para declarar o meu apoio, da minha família e da minha irmã. Se Deus quiser, teremos duas campanhas vitoriosas”, afirmou.

A pré-candidata reforçou que seguirá a mesma linha de atuação que tornou Janaina uma das parlamentares mais influentes da ALMT: atendimento direto às bases e forte presença nos municípios. “Quem é amigo do Contreira é nosso amigo. Humildemente, peço o voto de quem ainda não tem candidata a estadual. Vou continuar trabalhando da mesma forma que a Janaina e nosso grupo trabalham: atendendo as pessoas.”

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Nos bastidores, o apoio da família Riva, uma das mais tradicionais na política mato-grossense é visto como um impulso significativo para a pré-campanha de Contreira, ampliando alcance e estrutura de mobilização no estado.

A expectativa é que ambos iniciem agendas conjuntas nos próximos meses, consolidando a parceria de olho nas eleições de 2026.

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CPI da Saúde faz 261 perguntas, mas empresários optam pelo silêncio

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) realizou, nesta quarta-feira (19), a oitiva de quatro empresários convocados para prestar esclarecimentos sobre fatos relacionados à investigação DE possíveis irregularidades em licitações da Secretaria de Estado de Saúde (SES) no período de 2019 a 2025. Ao longo da reunião, foram feitas 261 perguntas aos depoentes, que optaram por exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio.

Prestaram depoimento Luiz Gustavo Castilho Ivoglo, Osmar Gabriel Chemin e Gabriel Naves Torres Borges, ligados à empresa MedTrauma, além do médico Bruno Castro. Apenas Ivoglo participou presencialmente da reunião, realizada na Sala das Comissões Deputada Sarita Baracat. Os demais acompanharam a sessão de forma virtual, todos acompanhados de seus respectivos advogados.

Os questionamentos apresentados pelos integrantes da CPI abordaram diferentes aspectos dos fatos investigados, entre eles contratos e pagamentos na área da saúde, registros de frequência de profissionais, prestação de serviços médicos, processos de indenização e apontamentos de auditorias realizadas pela Controladoria-Geral do Estado (CGE).

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Durante a oitiva, também foram apresentadas perguntas relacionadas a possíveis inconsistências em documentos e folhas de frequência, ausência de registros de profissionais, cobrança por plantões sem comprovação de execução e pagamentos realizados por meio de processos indenizatórios.

O procurador da ALMT Francisco de Brito explicou que os convocados tiveram assegurados o acesso aos autos, o acompanhamento por advogados e o direito constitucional de permanecer em silêncio. Segundo ele, o exercício desse direito não impede o prosseguimento dos trabalhos da CPI, que dispõe de outros instrumentos para produção de provas, como requisição de documentos, pedidos de quebra de sigilos bancário e fiscal e solicitação de informações e auditorias a órgãos de controle.

Nova etapa – A próxima reunião da CPI da Saúde está marcada para quarta-feira (26), às 14h, quando deverão ser ouvidos o ex-secretário de estado de Saúde Gilberto Figueiredo e a ex-secretária adjunta Caroline Campos Dobes.

Conforme informado durante a reunião, a comissão iniciou as oitivas com técnicos da Controladoria Geral do Estado (CGE), passou por representantes da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e, posteriormente, ouviu empresários relacionados aos fatos investigados.

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A expectativa é que, após a próxima rodada de depoimentos, a comissão avance para a elaboração de um relatório parcial sobre os elementos já analisados, sem prejuízo da inclusão de novos documentos e informações que possam contribuir para a investigação.

Fonte: ALMT – MT

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