POLÍTICA MT
Grupo São Benedito é homenageado pelos 40 anos em sessão especial na ALMT
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou na noite de quinta-feira (22), sessão especial para homenagear os 40 anos do Grupo São Benedito. No evento, teve entrega de honrarias e 89 moções de aplausos a diretores e colaboradores da empresa, que é responsável pela construção de mais de 50 empreendimentos, nas cidades Cuiabá, Rondonópolis e Várzea Grande. A sessão especial foi requerida pelo deputado Carlos Avallone (PSDB).
Na ocasião, um dos fundadores da empresa, o empresário e presidente da São Benedito, Marcelo Benedito Maluf, foi agraciado com a Comenda Filinto Muller, em reconhecimento os serviços prestados no desenvolvimento de Cuiabá e de Mato Grosso.
“Recebo essa Comenda da Assembleia Legislativa com muito orgulho. São 40 anos de muito trabalho e nesse momento passa um filme de tudo que vivemos. A vida de um empresário tem todo tipo de crise e já passamos por quase todas elas. Mato Grosso é um estado gigante, tem agricultura, pecuária, indústria, comércio e é muito abençoado”, declarou o presidente ao agradecer a ALMT.
Marcos Antônio Maluf também é fundador do Grupo São Benedito, para ele esse reconhecimento perante a Casa de Leis “nos dá força para continuar a empreender. Iniciamos a construtora em 1983, nos fortalecemos e hoje estamos entre as empresas mais sólidas da região centro-oeste”.
A servidora com mais tempo de serviço prestado no Grupo São Benedito, Maíza Barros, também foi homenageada com moção de aplausos. ´”Entrei na empresa há 58 anos, comecei de faxineira, cresci como pessoas e profissional. Eu me lembro como se fosse hoje de tudo que vivi desde o início”, afirmou a servidora emocionada ao receber a honraria.
Foto: Ronaldo Mazza
Em Cuiabá, o Grupo São Benedito já construiu mais de cinco mil edificações verticais e condomínios residenciais de alto padrão e emprega quase mil colaboradores na construção civil. Luiz Cláudio Ferreira Marinho é Engenheiro Civil e está na empresa há 27 anos, na área de projetos e construção. “A área da construção civil deu um salto nos País e principalmente em Mato Grosso, hoje quando um empreendimento fica pronto, tudo muda na região, porque chega o asfalto, o mercado e gera emprego e renda”, explicou o engenheiro.
O autor das honrarias deputado Carlos Avallone, destacou o papel da construtora para o estado, que abriga grande conglomerado empresarial genuinamente cuiabano e que não atua somente na construção civil, mas no setor da agropecuária, no reflorestamento, no setor de energia e em uma rede de academias, entre outras atividades.
“Ao completar 40 anos, o Grupo São Benedito deixa um legado de desenvolvimento e empreendedorismo único e referência no segmento da construção, investindo na década de 80 em Cuiabá, época que ainda não tinham tradição de empreendimentos verticais”, enfatizou o parlamentar.
Carlos Avallone salientou também a importância da sucessão familiar que a São Benedito tem. “Gerações se sucedem, sem descuidar da eficiência que caracteriza os modernos empreendedores. Estamos homenageando não só os diretores da empresa, mas também todos seus colaboradores, muitos com mais de 15, 20 e até 58 anos de contribuição com essa empresa”.
“A São Benedito é pioneira e a maior do ramo na construção civil. Uma justa homenagem aos empreendedores dessa empresa que nasceu em Cuiabá e trouxe tantos investimentos e exemplos de responsabilidade social”, disse o deputado Paulo Araújo (PP). O deputado Wilson Santos (PSB) também participou das homenagens e parabenizou os diretores e colaborados da São Benedito..
Homenageados com as Moções de Aplausos:
Leonardo Chicre Maluf
Omar Benedito Maluf
Amir Antônio Maluf
Mikhail Charbel Maluf
Antoine Chafic Motran
Danilo Alberto Zanetti
Valnildo Alves de Andrade Filho
Tatiana Aparecida Maluf Correa da Costa
Natacha Aparecida Maluf
Adriana Correia Lima Gonçalves de Faria Canongia
Amin Antoine Motran
Ana Aparecida Bello de Morais
Ana Flávia da Silva
Anderson Gonçalves Isami Takano
Anderson Ribeiro
Andrea Bezerra Kassab
Antônio Benedito Rodrigues De Carvalho
Augusto Cerqueira Caldas
Benedito Batista De Siqueira
Benedito Ferreira De Magalhães
Bianca Santana Neves
Bromberg Goncalves De Rezende Junior
Christian Jeferson Palma Reis
Cistenes Rocha Fonseca
Cleonice Dias De Souza
Daniela Mendes Ribeiro
Danilo Mesquita
Denise De Deus Pereira
Edlaine Ribeiro Da Silva
Fátima Maria De Siqueira
Felipe Augusto Santos De Souza
Felipe Braga
Giovana Granzotto
Gledson Eduardo Rocha Vieira
Heitor Z. Barua
Hellyda Cristina Martins De Freitas Carvalho
Hermes Moraes Junio –
Ildo Santana De Albuquerque
Isaldir De Souza
Italo Augusto Mendes Fiorenza
Jacira Mota De Souza
Joadil Pinheiro Da Silva Fontes
José Adrião Da Silva
José Raimundo Da Silva Listo
Kelli Cristine Jacob Melo
Kerolyn Klesley Marques Nascimento
Kleber Campos Carvalho
Kleyton Alves De Oliveira
Leila Cristina Xavier Goncalves
Lenin Cesar Pinto Da Silva
Leonildes Vales Pereira
Lucineide Dos Santos Zanette
Luigi Benedito Calorio
Luiz Cláudio Ferreira Marinho
Luciana Gaviglia Sanchez
Maiza De Barros Bumlai
Marco Danilo De Miranda Silva
Maria Auxiliadora Spadini
Mário Duailibi
Mário Marcio Da Costa E Silva
Maicelly Thuany Santos Catani
Maxluana De Souza Santos
Mellisa Cury Haddad Freitas
Michel Marciano Mendes
Michelle Cury Haddad Mansur
Milton Cruz Da Costa Leite
Nivaldo Amorim Neves
Osvaldite Bondespacho Da Costa Theodoro
Ozelia Santana De Arruda Souza
Paulo Braga Diniz
Paulo Roberto Pozzobon
Pedro Rodrigues Batista
Regina Inês Dos Santos
Relinda Campos Carvalho Muchagata
Rennan Seidl Spechotto
Rosilene Da Silva Siqueira
Sandrine Imad
Samara Vanessa Silva Queiroz
Solange De Fátima Rosner
Tamara Priscila Bolito
Tatiana Galindo De Godoy
Thiago Atilio Mendes
Vergilia Leandra Vieira De Lara Pinto
Zelandia Vieira Solidade
Zenaide Miltes De Campos Soares
Zuneide Beatriz Campos Carvalho
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA MT
Depois da polêmica envolvendo o SAMU, Pivetta envia outra mensagem polêmica à Assembleia com proposta de extinguir Ouvidoria; deputado Dr. João é contra medida
Conselho Nacional de Ouvidorias das Defensorias Públicas divulga nota de repúdio; Controle Social de Mato Grosso divulga carta aberta contra proposta do Governo
A proposta encaminhada pelo governador em exercício Otaviano Pivetta à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), prevendo mudanças na estrutura do Conselho Estadual de Saúde e a extinção da Ouvidoria independente do SUS, provocou forte reação política, institucional e de entidades ligadas ao controle social da saúde pública.
A medida prevê a unificação da atual Ouvidoria do Conselho Estadual de Saúde à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). Segundo críticos da proposta, o canal deixaria de atuar de forma autônoma e passaria a ficar subordinado à própria Pasta responsável pelas reclamações dos usuários do Sistema Único de Saúde.
Além da reação na Assembleia Legislativa, o Conselho Nacional de Ouvidorias das Defensorias Públicas do Brasil (CNODP) divulgou nota pública em defesa da manutenção da Ouvidoria do Conselho Estadual de Saúde de Mato Grosso e classificou a proposta como um “grave enfraquecimento do controle social”.
Na nota, o CNODP afirma que a medida representa “significativo retrocesso democrático e institucional”, além de reduzir instrumentos de transparência, fiscalização social e participação popular dentro do SUS.
O documento ressalta ainda que a Ouvidoria do Conselho Estadual de Saúde possui natureza independente e não pode ser confundida com ouvidorias administrativas vinculadas diretamente ao Poder Executivo.
“A Ouvidoria do Conselho Estadual de Saúde atua de forma independente, garantindo que a voz da sociedade civil, dos usuários do SUS e dos movimentos sociais alcance os espaços de fiscalização, deliberação e controle social”, destaca trecho da manifestação.
Paralelamente, integrantes do Controle Social da Saúde em Mato Grosso divulgaram uma “Carta Aberta à Sociedade Mato-Grossense e à Assembleia Legislativa”, repudiando a proposta do Governo e classificando a medida como tentativa de silenciar mecanismos independentes de fiscalização da saúde pública.
No documento, os representantes afirmam que a justificativa do Governo sobre “duplicidade” entre a Ouvidoria do Conselho Estadual de Saúde e a Ouvidoria da Secretaria de Saúde não procede.
“Isso não é duplicidade; é independência. A Ouvidoria da SES é um órgão do próprio Executivo, criado para o autocontrole. A Ouvidoria do CES-MT, por sua vez, é a ferramenta soberana do Controle Social”, diz trecho da carta.
Os signatários argumentam ainda que a extinção da Ouvidoria representa um “retrocesso democrático inaceitável” e alertam para o risco de enfraquecimento das denúncias envolvendo contratos, falta de medicamentos e negligência hospitalar.
Outro ponto destacado na carta aberta é que a Ouvidoria do Conselho Estadual de Saúde funciona como ponte entre a população e órgãos de fiscalização, como Ministério Público Estadual (MPE) e Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).
“Cortar essa ponte é blindar o Governo da fiscalização da sociedade”, afirma o documento.
Os representantes do controle social também sustentam que a proposta coloca Mato Grosso na contramão da política nacional do SUS, citando que o Conselho Nacional de Saúde aprovou recentemente diretrizes nacionais fortalecendo as ouvidorias como instrumentos fundamentais de participação popular.
A carta ainda faz um apelo direto aos deputados estaduais para que rejeitem a proposta encaminhada pelo Executivo.
“A saúde de Mato Grosso não tem preço, e a voz da nossa sociedade não pode ser silenciada nem terceirizada”, conclui o documento.
Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Dr. João (MDB) também criticou duramente a proposta enviada pelo Governo e afirmou que a mudança pode prejudicar diretamente pacientes que dependem do SUS, especialmente aqueles que necessitam de medicamentos de alto custo, cirurgias e tratamentos especializados.
“Eu sou totalmente contra esse projeto do Governo. Acho que o Conselho Estadual de Saúde e a Ouvidoria têm que caminhar juntos. É uma defesa do cidadão, uma maneira do cidadão se defender e buscar uma melhor qualidade no atendimento”, declarou.
Segundo o parlamentar, atualmente a Ouvidoria funciona como importante instrumento para formalização de denúncias, reclamações e produção de documentos utilizados inclusive em ações judiciais contra o Estado.
“Se você tirar a Ouvidoria de onde ela está hoje, só piora. Você perde um canal de denúncia que depois pode até ser judicializado”, pontuou.
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