EM CÁCERES

Gisela diz que Oeste de MT precisa de maior interlocução com Governo Federal

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A candidata a vice-governadora Gisela Simona (União) defendeu nesta segunda-feira (24), que a região Oeste precisa ampliar sua capacidade de interlocução com o Governo Federal e transformar demandas históricas em projetos e investimentos capazes de acompanhar o potencial econômico e social dos municípios.

“Uma região que produz, trabalha e tem potencial não pode continuar chegando a Brasília apenas para pedir. Precisa ter representação capaz de construir, defender e trazer resultados. É isso que espero de Magaly: uma voz firme, preparada e comprometida com Cáceres e com toda a região Oeste”.

A declaração foi feita em Cáceres, durante o lançamento da candidatura de Andrelina Magaly da Silva (PP) como deputada federal, conhecida como Magaly. Aproximadamente 300 pessoas participaram do evento.

Durante seu pronunciamento, a candidata a vice-governadora acrescentou que Cáceres tem um “significado pessoal”, pois foi onde cursou Direito na Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) e criou vínculos permanentes. Segundo ela, seu histórico com a região reforça sua responsabilidade de acolher demandas e viabilizar projetos.

Conhecida em Cáceres pela atuação como secretária de Assistência Social e vereadora, Magaly garantiu lutar “incansavelmente” em Brasília por recursos aos setores públicos.

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“A nossa região precisa de uma voz firme em Brasília, que conheça a realidade do interior e lute incansavelmente por recursos para a saúde, infraestrutura e assistência social. O nosso povo não quer promessa. Quer oportunidade, dignidade e resultado”, destacou.

A prefeita de Cáceres, Eliene Liberato, também participou do evento e classificou o governador Otaviano Pivetta e o ex-governador Mauro Mendes (União) como “grandes gestores municipalistas”. Para ela, esse grupo assegurou investimentos que reduziram o distanciamento entre capital e municípios do interior.

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POLÍTICA MT

Faissal cobra providências para garantir transporte escolar a estudantes da zona rural de Jangada

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O deputado estadual Faissal Calil (PL) apresentou, na sessão plenária desta quarta-feira (26), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), um Requerimento de Informações destinado à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) e ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) para cobrar esclarecimentos e providências sobre a situação do transporte escolar de estudantes da zona rural de Jangada.

Segundo informações recebidas pelo parlamentar, os ônibus utilizados no transporte escolar estariam quebrados e algumas rotas deixaram de ser cumpridas, o que teria provocado a interrupção do serviço e deixado estudantes há aproximadamente três semanas sem frequentar regularmente as aulas.

O problema teria atingido comunidades como Tombador, Quilombo, Ribeirão das Pedras Acima, Vaquejador, Buriti Comprido, Mutum, Boa Vista, Água Limpa e Raizama.

No requerimento, Faissal solicita que a Seduc informe quais rotas estão suspensas ou sendo realizadas de forma irregular, quantos estudantes estão sendo prejudicados, quantos veículos estão fora de operação e de quem é a responsabilidade pela execução dos trajetos. O deputado também cobra informações sobre as medidas adotadas para o conserto dos ônibus e a possibilidade de disponibilização imediata de veículos substitutos.

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“Não podemos aceitar que estudantes fiquem semanas sem conseguir chegar à escola por falta de transporte. Estamos falando de um serviço essencial e de um direito básico, que é o acesso à educação. Nosso objetivo é saber exatamente o que está acontecendo e cobrar uma solução rápida para que esses alunos possam voltar às aulas o quanto antes”, afirmou Faissal.

O deputado também questiona a Seduc sobre o prazo previsto para a normalização integral do transporte e sobre quais medidas pedagógicas serão adotadas para minimizar eventuais prejuízos aos alunos que tiveram a frequência escolar afetada, incluindo reposição de aulas, conteúdos e avaliações.

Ao Ministério Público, o requerimento solicita informações sobre a existência de denúncias, reclamações, procedimentos administrativos, inquéritos civis ou outras apurações relacionadas à falta de transporte escolar rural em Jangada. Faissal também pede que o órgão informe quais providências foram ou poderão ser adotadas para assegurar o restabelecimento do serviço.

Para o parlamentar, a situação exige atenção imediata do Poder Público, especialmente por atingir estudantes que vivem em comunidades rurais e dependem do transporte para ter acesso às unidades de ensino.

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“A distância não pode ser um obstáculo para que uma criança ou adolescente tenha acesso à educação. Cabe ao Poder Público garantir que o transporte funcione e, quando houver um veículo quebrado, encontrar uma alternativa para que o aluno não seja prejudicado. Vamos acompanhar as respostas e cobrar as providências necessárias”, destacou.

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