“MELHOR NOME”; VÍDEO

Ex-ministras de Bolsonaro declaram apoio a Pivetta em MT

Senadoras o classificaram como o mais capacitado para comandar o Poder Executivo estadual e citaram aliança bolsonarista

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As senadoras Damares Alves (Republicanos) e Tereza Cristina (PP), nesta quarta-feira (09), oficializaram por vídeo o apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) em Mato Grosso.

As duas foram ministras do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus apoiadores.  Ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares tem diálogo consolidado com o eleitorado evangélico e conservador, especialmente sobre pautas relativas aos costumes e valores familiares. Já Tereza Cristina, que comandou o Ministério da Agricultura, possui forte inserção nos públicos ligados ao agronegócio e aos setores empresariais.

Ambas oficializaram a aliança com Pivetta durante o evento “Mulheres que Mudam Gerações”, realizado a noite no espaço Cenarium Rural em Cuiabá. Em sua declaração, Damares citou a importância de Mato Grosso para a economia brasileira e classificou Pivetta como o “melhor nome” para a administração pública.

“O partido Republicanos é de entregas e tem projeto para o Mato Grosso e para o Brasil. Neste ano, nesta eleição, o partido tem Pivetta como governador. Esse estado sustenta o Brasil, faz a economia brasileira movimentar e precisamos ter o melhor nome governando essa terra. Esse nome é Pivetta e ele é número 10. Vem com a gente”, disse.

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Damares também avaliou que Pivetta tem o melhor projeto para melhorar a segurança pública em Mato Grosso. Além disso, reforçou a aliança com eleitores que apoiam Bolsonaro e se identificam com a política conservadora.

“O número é 10: Pivetta para governador. A gente não aguenta mais tanta violência no Brasil e Mato Grosso vai sair na frente com o melhor projeto de segurança pública. Os maiores estados do Brasil estão sendo governados pelo Republicanos e Mato Grosso não pode ficar de fora. É um estado conservador, do povo de bem e, aqui, nosso governador é Pivetta e nosso presidente é Bolsonaro”, pontuou.

*“Votem no que há de melhor”*

A senadora Tereza Cristina relatou que Mato Grosso cresceu economicamente nos últimos anos devido às pessoas com perfil de bom gestor como Otaviano Pivetta.

“Estou aqui para falar sobre esse grande estado e como ele deve continuar governado. Tenho acompanhado de perto o desenvolvimento, que não aconteceu por acaso. Aconteceu por conta de pessoas gestoras que resolveram modificar e fazer esse estado ser o carro-chefe da agricultura e pecuária no Brasil”, afirmou.

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Ela, inclusive, classificou Pivetta como o melhor candidato a governador e considerou que ele é um político comprometido com benefícios à população. Ela destacou a geração de oportunidades em Mato Grosso.

“Esse estado tem carregado parte do Produto Interno Bruto [PIB] brasileiro, mas, para isso continuar, precisamos de gente séria, competente, que se dedique à gestão. Hoje temos Otaviano Pivetta, que é o governador que se candidata à reeleição com o número 10. Nesse estado, Bolsonaro é 10 e Pivetta é 10 também. Estamos juntos. Eu gostaria de pedir para que vocês votem no que há de melhor. Votem naqueles que pensam em você, que são comprometidos com a gestão, com a economia, com o desenvolvimento e com as oportunidades que o estado tem dado a todos os mato-grossenses”, completou.

Veja os depoimentos

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POLÍTICA MT

Damares diz que eleição de 2026 será “plebiscito” entre “bem e mal” e defende Senado mais firme diante do STF

Em Cuiabá, senadora afirmou que disputa eleitoral colocará em lados opostos projetos para o país e declarou apoio a Margareth Buzetti e Mauro Mendes

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou, nesta quarta-feira (9), em Cuiabá, que a eleição de 2026 deverá assumir caráter de “plebiscito”, com os eleitores diante da escolha entre projetos que, segundo ela, representam caminhos opostos para o país.

A declaração ocorreu durante ato político em apoio à candidatura da senadora Margareth Buzetti (PP) ao Senado. No discurso, Damares elevou o tom ao tratar do cenário nacional e afirmou que os brasileiros terão de escolher entre “o bem e o mal” e entre “miséria e prosperidade”.

“A nação brasileira está doente. E em 2026 não será uma eleição, será um plebiscito. E nós vamos ter que escolher entre o bem e o mal. Em 2026 nós vamos ter que escolher entre miséria e prosperidade”, declarou.

Críticas ao STF

Durante o evento, Damares também fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu uma atuação mais firme do Senado na fiscalização dos ministros da Corte.

A senadora afirmou que o país atravessa um período de insegurança jurídica e perda de credibilidade das instituições. Segundo ela, eventuais pedidos de impeachment contra ministros do STF deveriam avançar quando os senadores identificarem a existência de irregularidades.

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“Não só um, vai passar quantos impeachment forem necessários. Quem cometer erro vai ter que pagar com seu erro, não tem intocáveis no país”, afirmou.

Damares também defendeu a construção de um Senado que, em sua avaliação, tenha maior disposição para enfrentar questões envolvendo o Supremo.

Apoio a Buzetti e Mauro Mendes

No ato realizado em Cuiabá, Damares declarou apoio à candidatura de Margareth Buzetti e também ao ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes (União Brasil), apontando os dois como nomes importantes para fortalecer a atuação do grupo político no Senado.

Ao falar sobre a atual conjuntura nacional, a senadora voltou a criticar decisões e a atuação do STF e afirmou que três mulheres — ela, a senadora Tereza Cristina e Margareth Buzetti — teriam papel relevante na formação de um Senado mais atuante, citando também o apoio de Mauro Mendes.

Disputa de 2026

A avaliação de Damares ocorre em meio ao início das articulações para as eleições de 2026. A senadora classificou a próxima disputa como uma escolha entre projetos distintos e afirmou que o resultado das urnas terá impacto sobre os rumos políticos do país.

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O discurso também reforçou a estratégia de setores da oposição de transformar a eleição presidencial e as disputas para o Congresso em uma espécie de avaliação do atual cenário institucional brasileiro.

Pela Constituição, cabe ao Senado processar e julgar ministros do STF nos crimes de responsabilidade, dentro das regras previstas para o processo de impeachment.

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