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Dr. João homenageia personalidades militares com Moção de Aplauso

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Foto: Ronaldo Mazza

O deputado estadual Dr.João (MDB) homenageou na tarde desta quarta-feira (23) o 2º Sargento da Polícia Militar de Mato Grosso, Oéde Pinto da Silva e o Sargento PM, Jorge Luiz Moura, realizando a entrega de moção de aplauso para ambos, pelo brilhante serviço prestado pelos militares em prol da sociedade mato-grossense.

A moção de aplauso é um instrumento de reconhecimento e estímulo a esses militares que contribuem para a segurança pública da população. “Eu me sinto honrado em fazer parte da vida desses nobres militares. Com a entrega da moção de aplauso, estou reconhecendo o trabalho de cada um deles perante a sociedade, no qual ambos executam com dedicação, respeito, honestidade e amor ao próximo, sempre pensando no melhor para a nossa segurança” destacou o parlamentar.

O 2º Sargento PM, Oéde Pinto, está na corporação há trinta e um anos, já o Sargento PM Jorge Luiz está há cinco anos. Com essa informação, o parlamentar frisou a importância de valorizar quem cuida da nossa segurança pública e que fazem a diferença no desenvolvimento econômico, social e cultural da cidade.

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Em nome do Comandante Geral da Polícia Militar, Cronel PM Jonildo José de Assis e do Secretário Estadual de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, que estavam presentes na solenidade, o deputado agradeceu a participação de todos que colaboraram para que esta singela homenagem acontecesse. “A Polícia Militar de Mato Grosso tem todo o meu apoio, juntos estamos escrevendo uma gloriosa história” finalizou o deputado.

Fonte: ALMT

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Barbudo chama fim da escala 6×1 de “manobra eleitoral” e se solidariza com empresários

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No momento em que o Senado se prepara para votar a proposta – já aprovada pela Câmara dos Deputados – que acaba com a escala 6×1, o deputado federal Nelson Barbudo (Podemos) criticou a medida classificando-a como uma “manobra eleitoral” da esquerda. Ao abordar o assunto durante entrevista voltada ao setor empresarial, ele demonstrou preocupação com os efeitos da mudança sobre quem gera empregos e mantém empresas em funcionamento.

Barbudo argumentou que a redução obrigatória da jornada terá impacto principalmente sobre supermercados, shoppings, indústrias e outros estabelecimentos que funcionam durante períodos prolongados. Segundo ele, essas empresas precisarão ampliar suas equipes para preservar os horários de atendimento e manter a produção.

“Essa manobra foi pra ganhar voto”, afirmou o deputado. “Vai aumentar o custo. Aí o empresário vai pegar os custos fixos, variáveis, mais os impostos. Quem paga a conta? Mais uma vez, o consumidor”.

Na avaliação do parlamentar, a medida foi apresentada de maneira populista, transmitindo ao trabalhador a expectativa de que será possível trabalhar menos sem qualquer impacto sobre os salários, os empregos ou os preços.

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Barbudo também defendeu maior liberdade nas relações de trabalho. Para ele, o Estado não deveria impor um único modelo a empresas e trabalhadores que possuem necessidades diferentes.

“Se você quer trabalhar oito horas, você trabalha. Se quer trabalhar dez horas, ganha mais. Trabalho é hora de trabalho. O Estado não pode determinar o quanto você é obrigado ou não é obrigado a trabalhar”, afirmou.

Ao se dirigir diretamente aos empresários, o deputado reconheceu as dificuldades enfrentadas pelo setor diante do aumento dos impostos, dos juros elevados, da burocracia e, agora, dos novos custos decorrentes da mudança na jornada. Ele ressaltou que sua atuação parlamentar não se limita ao agronegócio, mas alcança todos os segmentos responsáveis pela geração de emprego e renda.

“Quando é para baixar impostos, que ajuda o empresário, eu sou favorável. Quando há um aumento de imposto, eu sou contra. Então, não é só para o agro, é para o empresariado também”, disse.

Barbudo ainda colocou seu gabinete à disposição de sindicatos e entidades empresariais para receber propostas e demandas do setor. Segundo ele, os empresários precisam se aproximar do Legislativo e mostrar aos parlamentares os efeitos concretos das decisões tomadas em Brasília.

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