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Deputado Nelson Barbudo encerra ciclo de quimioterapia após seis meses de tratamento

O deputado federal Nelson Barbudo encerrou nesta quinta-feira, 6 de março, o ciclo de quimioterapia após seis meses de tratamento contra o câncer. O último procedimento foi realizado na unidade de quimioterapia da Unimed, em São José do Rio Preto (SP), em um momento marcado por emoção, fé e gratidão.

Antes de iniciar a última sessão, o parlamentar falou sobre a jornada enfrentada ao longo do tratamento e destacou que a caminhada foi marcada por desafios, mas também por esperança.

“A gente sabe que não existe sucesso sem sofrimento, mas a gente sofre um pouco para alcançar a cura. A quimioterapia tem muitos efeitos colaterais, mas suportamos tudo. Hoje é o último dia do procedimento para que possamos ter a remissão e a cura dessa doença que acomete tantas pessoas”, afirmou.

Ao final da sessão, Barbudo comemorou a conclusão de uma etapa importante da batalha contra a doença. Segundo ele, os exames realizados até o momento apresentaram resultados positivos.

“Foram seis meses de quimioterapia. Graças a Deus os exames deram todos negativos e agora eu volto daqui 90 dias para fazer exames de imagem e confirmar que estou livre de tumores”, explicou.

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O deputado também ressaltou que o tratamento segue agora em fase de acompanhamento médico. Caso os exames continuem sem indícios da doença ao longo do tempo, o quadro poderá ser considerado em remissão.

“Agora é acompanhamento. Daqui a 90 dias repetimos os exames e, se Deus quiser, estaremos livres. São cinco anos de acompanhamento para que se confirme a remissão”, disse.

Durante o momento, o parlamentar fez questão de agradecer à equipe médica, aos profissionais de saúde e à estrutura da unidade onde realizou o tratamento.

“Quero agradecer a Deus em primeiro lugar, agradecer aos médicos, doutor Ovaldo, doutor Max e doutor Stefano, e agradecer à Unimed. Deixo registrado o carinho com que os pacientes são tratados aqui. Ser tratado com empatia aumenta a nossa vontade de ser curado”, declarou.

Emocionado, Barbudo também destacou o papel fundamental da família durante todo o processo.

“Minha família esteve 100% ao meu lado. Eu descobri estudando essa doença que a participação da família aumenta em cerca de 40% a chance de recuperação. Esse apoio foi muito importante para mim”, afirmou.

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Em sua mensagem final, o deputado deixou também uma palavra de fé e encorajamento a outros pacientes que enfrentam a mesma batalha.

“Se Jesus foi crucificado para alcançar a glória, quem somos nós para não enfrentar dificuldades? Passei por essa fase da minha vida e estou vencendo. Meus exames deram negativos e meu pedido a Deus é que a mesma cura que Ele trouxe para mim, traga também para todos os pacientes que estão nessa luta”, disse.

Ao concluir o ciclo de tratamento, o parlamentar participou do tradicional momento em que pacientes tocam o sino para marcar o fim da quimioterapia, símbolo de superação e esperança para quem enfrenta a doença.

“Não reclamemos. Continuemos o nosso tratamento, porque Deus é nosso pai. Peçamos a Ele a cura, porque um pai nunca nega um pedido ao filho”, finalizou.

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Articulação de bastidores pode unir Max Russi, Janaína Riva e Jayme Campos em recuo estratégico de Wellington Fagundes em chapa ao Governo de Mato Grosso

Mesmo integrando o União Brasil de Mauro Mendes, Jayme Campos pode construir projeto paralelo dentro da própria base governista e disputar o Senado em composição articulada nos bastidores junto ao grupo político da Assembleia Legislativa

Por Palmiro Pimenta

Os bastidores da política mato-grossense começam a ganhar novos contornos para a disputa ao Governo de Mato Grosso em 2026. Uma articulação construída longe dos holofotes pode resultar em uma composição envolvendo o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, a deputada estadual Janaína Riva e até mesmo o senador Jayme Campos.

Segundo leituras políticas que circulam entre parlamentares e lideranças partidárias, o grupo ligado ao senador Wellington Fagundes avalia um possível reposicionamento estratégico dentro da sucessão estadual. Nesse cenário, Wellington poderia recuar de uma eventual candidatura ao Palácio Paiaguás para abrir espaço a uma composição familiar e política: Janaína Riva, que é sua nora, disputaria como candidata a vice-governadora em uma chapa encabeçada por Max Russi.

A movimentação colocaria a Assembleia Legislativa como protagonista no processo eleitoral de 2026, consolidando uma aliança entre grupos políticos com forte influência no interior do Estado e trânsito consolidado junto à classe política.

Nos corredores da política, interlocutores avaliam que Max Russi tem ampliado seu capital político ao comandar a Assembleia com perfil conciliador, mantendo diálogo aberto com diferentes correntes partidárias e setores do governo estadual. Já Janaína Riva segue sendo considerada uma das parlamentares mais influentes da atual legislatura, com forte densidade eleitoral e protagonismo em pautas estratégicas dentro do Parlamento.

A eventual composição também seria interpretada como uma tentativa de construção de uma segunda ou terceira via competitiva dentro do cenário estadual, mirando diretamente o vice-governador Otaviano Pivetta, que aparece como nome natural do grupo governista para a sucessão do governador Mauro Mendes.

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Nesse contexto, o nome de Jayme Campos passou a ganhar força nas articulações de bastidores. Apesar de integrar o mesmo União Brasil comandado politicamente por Mauro Mendes em Mato Grosso, interlocutores avaliam que ambos podem acabar disputando vagas ao Senado Federal dentro da mesma aliança partidária, porém integrando composições políticas diferentes no processo sucessório estadual.

Nos bastidores, lideranças políticas já enxergam um distanciamento entre os grupos de Jaime Campos e Mauro Mendes, especialmente diante das discussões sobre a formação da chapa majoritária de 2026. A leitura é de que Jaime busca preservar espaço político próprio dentro da direita mato-grossense, sem necessariamente acompanhar integralmente o projeto sucessório liderado pelo Palácio Paiaguás.

Interlocutores avaliam ainda que Jayme Campos poderia integrar uma composição alternativa ao grupo governista, seja disputando uma vaga ao Senado Federal dentro dessa articulação construída pela Assembleia Legislativa, seja até mesmo participando diretamente de um projeto majoritário ao Governo do Estado. Em algumas leituras políticas, não está descartada sequer a possibilidade de uma chapa encabeçada por Jaime, tendo a esposa de Max Russi como candidata a vice-governadora.

A eventual entrada de Jayme Campos ampliaria o peso político da articulação, principalmente pela influência histórica da família Campos na política mato-grossense e pelo capital eleitoral consolidado do senador em diversas regiões do Estado.

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Apesar das movimentações ganharem força nos bastidores, lideranças políticas ouvidas por interlocutores próximos às articulações ressaltam que a construção ainda está longe de qualquer definição oficial. O cenário segue em fase de conversas, reuniões reservadas e intensos encontros políticos realizados longe dos holofotes.

Nos bastidores, a avaliação é de que os próximos meses serão marcados por uma série de jantares, reuniões estratégicas e alinhamentos políticos entre lideranças da Assembleia Legislativa, representantes partidários e figuras influentes da direita mato-grossense na tentativa de consolidar uma composição competitiva para 2026.

A eventual formação de um bloco envolvendo Max Russi, Janaína Riva, Jayme Campos e setores ligados ao senador Wellington Fagundes poderia provocar forte impacto no atual tabuleiro político estadual, abrindo uma frente considerada capaz de causar dor de cabeça ao grupo governista liderado pelo Palácio Paiaguás na sucessão estadual.

Apesar das conversas ainda ocorrerem de forma reservada, líderes políticos já enxergam a movimentação como uma das articulações mais relevantes do atual tabuleiro sucessório. A construção, no entanto, dependerá da consolidação de alianças partidárias, da definição do posicionamento de Wellington Fagundes e da reação do grupo governista diante do avanço das tratativas.

Enquanto o cenário permanece indefinido, a disputa pelo Palácio Paiaguás começa a revelar que a sucessão estadual deverá ser marcada por intensas negociações de bastidores, alianças estratégicas e rearranjos políticos dentro da própria base conservadora de Mato Grosso.

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