POLÍTICA MT
Deputado Moretto anuncia edital para aquisição de terreno do Hospital Regional de Pontes e Lacerda
Foto: MARCOS LOPES/ALMT
O deputado Valmir Moretto (Republicanos) divulgou nesta segunda-feira (18) a abertura do Edital de Chamamento Público nº 002/2025, do Governo do Estado de Mato Grosso, para aquisição do terreno do futuro Hospital Regional de Pontes e Lacerda. O anúncio, feito durante entrevista à rádio Super Jornal FM, estabelece a seleção de um imóvel com área mínima de 60 mil metros quadrados, atendendo às exigências técnicas do projeto de saúde.
“Estamos garantindo todas as condições para a construção de um hospital que atenda às necessidades da nossa região”, declarou Moretto. O parlamentar destacou que a Emenda Parlamentar nº 178/2025, no valor de R$ 10 milhões, permitirá a aquisição de terreno adequado para esta importante obra de infraestrutura em saúde. Caso o valor da área ultrapasse os R$ 10 milhões destinados pela emenda, o governo do estado entrará com contrapartida financeira para garantir a efetivação da compra.
Conforme o edital, além da área mínima exigida, o terreno deve estar localizado na zona urbana do município, em área de fácil acesso e com infraestrutura básica disponível. Os interessados têm até 16 de setembro para apresentar suas propostas à Secretaria de Estado de Saúde.
Este hospital é uma luta do deputado Valmir Moretto, que trabalhou em conjunto com o Poder Executivo para viabilizar a liberação desta obra tão aguardada. “Acompanharei pessoalmente todas as etapas, desde a seleção até a efetiva compra do terreno”. O parlamentar destacou que o hospital beneficiará toda a região do Vale do Guaporé, representando um avanço histórico para a saúde pública.
A previsão é que a seleção do terreno seja concluída ainda este ano, com perspectivas de início das obras em 2026. O Hospital Regional de Pontes e Lacerda atenderá a população de dez municípios, consolidando-se como importante equipamento de saúde para Mato Grosso.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA MT
Após articulação de Max Russi, Estado e Prefeitura avançam em acordo para regularizar área ocupada por 1,8 mil famílias
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), destacou os avanços na busca por uma solução para a situação dos moradores dos bairros Silvanópolis, Paraisópolis e de trechos do Jardim Vitória, em Cuiabá.
Em reunião realizada nesta terça-feira (16), no Palácio Paiaguás, com o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o prefeito Abilio Brunini (PL) e representantes de outros poderes, ficou definido que estado e município deverão formalizar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
O acordo será mediado pelo Ministério Público Estadual (MPE), para garantir moradia digna às famílias e, ao mesmo tempo, assegurar a proteção ambiental da região conhecida como Águas Nascentes.
O encontro foi articulado pelo deputado após a realização de uma audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa em maio deste ano para discutir o tema.
“Estou muito feliz! O problema chegou até a Assembleia Legislativa por meio da vereadora Katiuscia e o vereador Sargento Joelson, nós convocamos uma audiência pública, fizemos uma grande audiência pública. A população se fez presente, estava descrente de uma solução para esse problema. Dessa audiência pública nós conseguimos o encaminhamento com o governador para traçarmos uma solução”, declarou.
A reunião também contou com a participação do deputado Júlio Campos (União), dos vereadores Sargento Joelson e Katiuscia Mantelli, ambos do Podemos, além de representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da concessionária Águas Cuiabá.
Foto: Gil Gomes/Assessoria de Gabinete
Liminar de desapropriação – Os moradores da região enfrentam uma longa disputa envolvendo a desapropriação da área, onde vivem aproximadamente 1,8 mil famílias. O local pertence ao Estado e é destinado à proteção ambiental.
A situação ganhou novo capítulo, após uma liminar judicial, expedida em abril deste ano, notificar a prefeitura de Cuiabá e o governo do estado para que realizem estudos de desocupação e recuperação ambiental da área. A decisão é fruto de uma Ação Civil Pública Ambiental que tramita há mais de 10 anos na Justiça.
No entanto, o cumprimento da medida foi interrompido para que os entes envolvidos buscassem uma solução consensual para o caso.
Encaminhamento das soluções – Como alternativa, o TAC deverá prever a doação das áreas estaduais ao município. O governo do estado se comprometeu a garantir a infraestrutura necessária, com pavimentação, abastecimento de água e rede de esgoto.
Enquanto ao município caberá conduzir o processo de Regularização Fundiária Urbana (Reurb), com apoio técnico da Águas Cuiabá e da UFMT. O parlamento estadual também poderá contribuir financeiramente com a realização de estudos técnicos, caso seja necessário.
Apesar do acordo, parte dos moradores precisará ser remanejada por ocupar áreas consideradas de risco. Segundo estimativas, esse grupo corresponde a cerca de 30% da população local que deverá receber incentivos do governo para serem realocados em outra região.
Fonte: ALMT – MT
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