POLÍTICA MT

Comissão de Saúde ratifica Paulo Araújo (PP) para presidir Comissão Provisória Externa

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por unanimidade, aprovou nesta quarta-feira (15), durante a 1ª reunião extraordinária, o nome do deputado Paulo Araújo (PP) e de outros quatro membros titulares da comissão de saúde para comporem a Comissão Provisória Externa. Eles vão acompanhar a intervenção estadual na Secretaria de Saúde Pública de Cuiabá. 

Agora a sugestão vai à votação em Plenário, durante a sessão desta quarta-feira (15), para a confirmação ou rejeição do nome de Paulo Araújo e de outros membros da comissão para acompanhar a intervenção na Secretaria de Saúde de Cuiabá. 

Ontem, terça-feira (14), a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) já havia aprovado, por unanimidade, o Decreto nº 164/2023, publicado em edição extra do Diário Oficial de Mato Grosso

O presidente da Casa de Leis, Eduardo Botelho (União Brasil), sugeriu à Comissão de Saúde um membro, que será o presidente e que os Blocos Parlamentares indiquem um deputado para fazer parte da Comissão Temporária Externa.

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Durante a reunião, os deputados integrantes da Comissão de Saúde também aprovaram o relatório que trata da Mensagem 36/2023, de autoria do governo do estado, que trata da intervenção do Estado na administração pública direta e indireta relacionada à área da saúde no município de Cuiabá.

Parte do decreto foi criticado por Lúdio Cabral. Segundo ele, no que tange ao objeto de intervenção está correto, mas “não sei se foi involuntário, Mauro Mendes desrespeita solenemente o Poder Legislativo no conteúdo do seu decreto. O que está na Constituição estadual, não considera a quem ele deve encaminhar os relatórios da intervenção, mas que os encaminhará ao Tribunal de Justiça e ao Tribunal de Contas do Estado, mas a Constituição do Estado diz que ele deve prestar contas à Assembleia Legislativa”, disse o parlamentar.   

Na intervenção, de acordo com o presidente da Comissão de Saúde, é importante que se mantenha o equilíbrio entre os poderes. Segundo ele, a Assembleia Legislativa tem um papel importante, durante os 90 dias de intervenção, de acompanhar o trabalho que vai ser feito pelo executivo estadual.

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 “Mas tudo isso poderia ter sido evitado. A partir da intervenção a saúde de Cuiabá possa produzir resultados positivos à população que hoje sofre por falta de atendimento”, explicou Lúdio Cabral.

Fazem parte da Comissão de Saúde os deputados titulares Lúdio Cabral (PT), presidente; o vice-presidente Paulo Araújo (PP), o deputado Dr. Eugênio (PSB), Dr. João (MDB) e Faissal (Cidadania).

Fonte: ALMT

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ALMT derruba veto que taxa APAEs, limpa pauta de vetos e recebe projeto para construção de 60 mil casas populares

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou, nesta quarta-feira (24), uma sessão marcada pela derrubada do Veto 32/2026, aposto a Mensagem 65/2026, que concede isenção da Taxa de Segurança Contra Incêndio (Tacin) às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) de Mato Grosso, e pela limpeza da pauta de vetos do Poder Executivo. Ao todo, os deputados analisaram 36 vetos garantindo maior celeridade à tramitação das matérias.

Ao defender a derrubada do veto, o deputado Dr. João (MDB) destacou o relevante trabalho desenvolvido pelas Apaes no estado.

“As Apaes realizam um trabalho social, educacional e de reabilitação extraordinário. São 72 unidades espalhadas por Mato Grosso, acolhendo milhares de famílias e promovendo cidadania. É uma instituição que merece todo o nosso apoio”, afirmou.

Para o presidente da ALMT, deputado Max Russi, a sessão representa o compromisso do Parlamento em garantir celeridade à votação das matérias.

“Foi uma sessão extremamente produtiva. Conseguimos avançar na limpeza da pauta de vetos, o que dá mais agilidade aos trabalhos da Assembleia e permite que matérias importantes para Mato Grosso tenham a tramitação adequada. O Parlamento está cumprindo seu papel de debater, votar e deliberar temas essenciais para a população mato-grossense”, destacou Max Russi.

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Ainda durante a sessão, os deputados receberam hoje das mãos do governador Otaviano Pivetta, o projeto de lei que autoriza o governo do Estado a contratar empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal para viabilizar a construção de 60 mil moradias populares por meio do programa SER Família Habitação.

Outro veto amplamente debatido pelos parlamentares foi o Veto Parcial 20/2026, relacionado à Defensoria Pública. Apesar da mobilização de deputados favoráveis à derrubada, o veto acabou sendo mantido. Esse é o Veto parcial aposto ao Projeto de Lei 1576/2025, que estima a receita e fixa a despesa de Mato Grosso para o exercício financeiro de 2026.

O deputado Wilson Santos ressaltou a importância da instituição para a população mais vulnerável.

“A Defensoria Pública atende justamente aqueles que mais precisam que é o trabalhador humilde, a pessoa em situação de vulnerabilidade social. Não podemos permitir o enfraquecimento de uma instituição tão essencial”, argumentou Wilson Santos.

Dentre os vetos mantidos pelos deputados estão os de números 114/2025, 118/2025, 2/2026, 21/2026, 22/2026, 23/2026, 24/2026, 25/2026 e 26/2026.

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Os parlamentares também aprovaram a dispensa de pauta e votaram, em primeira votação, o Projeto de Lei Complementar 45/2026, que altera as Leis Complementares nº 555/2014 e nº 720/2022 para dispor sobre a idade limite de permanência dos militares estaduais na reserva remunerada.

Fonte: ALMT – MT

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