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Comissão de Educação aprova pareceres favoráveis a 30 projetos de lei

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A Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa de Mato Grosso apreciou 30 proposições durante reunião ordinária realizada nesta terça-feira (2). Do total apreciado, foram aprovados pareceres favoráveis a 29 propostas e contrário a apenas uma.

Antes de dar início à votação, o deputado Valdir Barranco (PT) pediu para retirar de pauta os projetos de lei 286/2023 e 405/2023, ambos de sua autoria. 

Durante a apreciação, o parlamentar pediu vistas do PL 897/2023, apresentado por Wilson Santos (PSD), que concede aos professores dos ensinos fundamental, médio e superior de instituições públicas e privadas, desconto de 30% na compra de livros didáticos e outros complementares à sua formação cultural e pedagógica. O relator da proposta, deputado Fabinho (PSB), emitiu parecer pela sua rejeição, sob o argumento de que a proposta interfere diretamente na autonomia privada das editoras e livrarias.

Valdir Barranco também votou contra os pareceres favoráveis emitidos aos PLs 84/2023, apresentado por Thiago Silva (MDB), e 511/2023, do deputado Gilberto Cattani (PL), nos termos do substitutivo integral nº 01.

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“O Supremo Tribunal Federal concluiu o julgamento virtual e derrubou a lei estadual de Rondônia que proibia o uso de linguagem neutra na grade curricular no material didático de escolas públicas e privadas e
em editais de concursos públicos. Todos os ministros da corte, todos, acompanharam o relator, ministro Edson Fachin”, manifestou-se o deputado, ao justificar o voto pela rejeição do substitutivo.

Em relação ao PL 84/2023, o parlamentar afirmou que a lotação de professores segue regras específicas, que precisam ser observadas. “A lotação de professores se dá através de pontuação, através de atribuições de aulas, então não é possível termos uma lei que se sobreponha a uma legislação já vigente, por isso sou contrário a esse projeto”, explicou.

O vice-presidente da comissão, deputado Beto Dois a Um (PSB), que conduziu a reunião, solicitou vistas do PL 31/2023, de autoria de Eduardo Botelho (União), que estabelece diretrizes para utilização da prática sistêmica no sistema de ensino de Mato Grosso.

Foram aprovados pareceres favoráveis aos seguintes projetos de lei: 511/2021, 382/2023, 828/2019, 1029/2021, 42/2023, 50/2023, 84/2023, 109/2023, 136/2023, 141/2023, 153/2023, 189/2023, 208/2023, 236/2023, 241/2023, 279/2023, 283/2023, 286/2023, 334/2023, 379/2023, 485/2023, 621/2023, 666/2023, 667/2023, 760/2023, 821/2023, 334/2023, 379/2023 e 397/2023. O projeto de resolução 402/2023 teve parecer contrário aprovado.

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Participaram da reunião os deputados Beto Dois a Um (PSB), Valdir Barranco (PT), Cláudio Ferreira (PTB) e Fabinho (PSB).

Fonte: ALMT – MT

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Pivetta defende modelo de gestão de Mato Grosso como referência para o Brasil

Governador reeleito cita responsabilidade fiscal, redução da máquina pública e eficiência como pilares para diminuir o peso do Estado sobre trabalhadores

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O governador reeleito de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), defendeu que o modelo de gestão adotado no Estado desde 2019 possa servir de referência para a administração federal. Em entrevista à CNN Brasil, nesta terça-feira (6), ele destacou medidas relacionadas à responsabilidade fiscal, redução dos custos da estrutura pública e busca por eficiência.

Segundo Pivetta, o equilíbrio das contas públicas e a redução da estrutura administrativa seriam caminhos para diminuir o peso do Estado sobre o trabalhador e criar condições para o desenvolvimento econômico. Ele também defendeu que o Governo Federal mantenha controle sobre os gastos e avance em reformas.

“Precisamos de um Governo Federal que tenha responsabilidade fiscal, que não gaste de forma irresponsável e que tenha coragem para fazer as reformas de que o país precisa”, afirmou.

Entre as medidas que Pivetta apresentou como parte do modelo adotado em Mato Grosso estão o fortalecimento das regras de responsabilidade fiscal, a revisão dos incentivos fiscais, a reedição do Fundo de Transporte e Habitação (Fethab) e a reforma administrativa. 

Na avaliação do governador, a redução da máquina pública deve estar acompanhada da manutenção da capacidade do Estado de oferecer serviços e realizar investimentos. Ele afirmou que a administração pública precisa estar direcionada à entrega de resultados à população.

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“É preciso diminuir o tamanho da máquina pública, fazer o Estado custar e pesar menos sobre o trabalhador. Em Mato Grosso, nós fazemos isso com responsabilidade e foco em resultados”, declarou.

Pivetta também defendeu que a estrutura estatal seja voltada para a prestação de serviços públicos e para a execução de obras consideradas necessárias ao desenvolvimento. Para ele, a atuação do poder público não deve criar obstáculos ao crescimento econômico.

“A máquina pública tem que servir para prestar os serviços e fazer as obras necessárias para o país prosperar, e não para ficar segurando, travando o desenvolvimento. O Estado precisa estar a serviço da população e do desenvolvimento”, afirmou. 

A declaração ocorre dois dias após Pivetta ser reeleito governador de Mato Grosso no primeiro turno das eleições de 2026. Segundo dados do TSE, ele recebeu 60,77% dos votos válidos. 

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