POLÍTICA MT
Assembleia aprova inclusão do Festival de Pesca de Tabaporã no calendário oficial de MT
Foto: JLSIQUEIRA / ALMT
A Assembleia Legislativa aprovou, nesta quarta-feira (11), o Projeto de Lei nº 380/2020, de autoria do deputado estadual Valdir Barranco (PT), que inclui no calendário oficial de eventos do Estado de Mato Grosso, o Festival Esportivo de Pesca de Tabaporã, distante 672 km de Cuiabá. O evento acontecerá na terceira semana de junho, com abertura na quinta-feira e encerramento no domingo.
Conforme o deputado, o evento faz parte da estratégia de desenvolvimento do turismo municipal e estadual, com a finalidade de agregar valor à cadeia do turismo e ao crescimento econômico de Tabaporã, além de proporcionar momentos de entretenimento e lazer à comunidade local e aos turistas participantes.
“Além de proporcionar momentos de entretenimento e lazer à comunidade local e aos turistas participantes, o evento contribuirá para o crescimento e o desenvolvimento do turismo ecológico e sustentável de Tabaporã, da região Norte e de Mato Grosso e promoverá ações de educação ambiental, conscientizar e sensibilizar a população da importância e necessidade de cuidar dos recursos naturais, de proteger o meio ambiente”, lembrou o parlamentar.
O festival atrai grande população local e turista de todo o estado. Participam pessoas ligadas às competições de pescas, turistas e a população da cidade sede, da região norte e demais regiões do estado, e é aberto a todos – ribeirinhos, indígenas, pescadores amadores e turistas.
“Será a volta do festival após dois anos parados por causa da pandemia de covid-19. Esses dois anos sem a festa fez muita falta para todos aqueles que amam o evento. Mas agora já tem data marcada para a 11ª edição. Já anotem no calendário os dias 4 e 5 de junho”, finalizou.
Agora, o projeto segue para sanção ou veto do governador Mauro Mendes (União), que tem o prazo de até 15 dias úteis para a decisão.
POLÍTICA MT
CPI da Saúde ouve procurador-geral do Estado para esclarecer contratos emergenciais e pagamentos indenizatórios
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizará, nesta quarta-feira (17), às 14h, a 12ª reunião ordinária com a oitiva do procurador-geral do Estado, Francisco Assis Lopes. A convocação foi confirmada após o adiamento de agendas anteriores e integra a fase de aprofundamento das investigações sobre contratações emergenciais e pagamentos indenizatórios realizados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) entre os anos de 2019 e 2023.
O presidente da CPI, deputado estadual Wilson Santos (PSD), considera o depoimento estratégico para o andamento dos trabalhos, uma vez que Francisco homologou pareceres jurídicos relacionados a processos administrativos da SES durante o período investigado, elaborados pelo procurador Felippe Tomaz Borges, sendo que este já depôs à comissão no dia 27 de maio. Por meio dele, as informações prestadas abriram novos desdobramentos sobre a aplicação do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nº 001/2019, firmado entre a Secretaria de Saúde e o Ministério Público Estadual (MPE).
O TAC tinha como uma de suas principais finalidades reduzir e gradativamente extinguir a prática dos pagamentos indenizatórios, mecanismo utilizado para remunerar fornecedores sem a formalização prévia dos procedimentos licitatórios ou contratuais adequados. Contudo, conforme apontam as investigações, a prática continuou sendo adotada pela SES mesmo após a pandemia da Covid-19 e o encerramento do período de calamidade pública.
“A CPI seguirá avançando de forma gradual e responsável. O TAC foi assinado pela SES junto ao Ministério Público Estadual. Tinha vários objetivos e um deles era colocar um ponto final nos pagamentos por indenização. E aconteceu justamente o contrário. Até hoje a Secretaria de Saúde prioriza os pagamentos por indenização, evita realizar licitações, evita usar o instituto da dispensa de licitação e vai direto ao pagamento por indenização”, afirmou Wilson Santos.
Com o depoimento do procurador-geral, os parlamentares pretendem esclarecer os fundamentos jurídicos que respaldaram os pareceres emitidos pela PGE, além de compreender de que forma as orientações jurídicas influenciaram a adoção e a continuidade das contratações emergenciais e dos pagamentos indenizatórios ao longo dos últimos anos.
A expectativa da comissão é reunir novos elementos para avaliar a legalidade, a excepcionalidade e a permanência desses procedimentos administrativos, especialmente após o fim das medidas emergenciais adotadas durante a pandemia.
Serviço
Evento: 12ª reunião da CPI da Saúde
Data: 17 de junho de 2026
Horário: 14h
Local: Sala de Comissões da Assembleia Legislativa de Mato Grosso
Fonte: ALMT – MT
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