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Polícia Militar localiza carro roubado e prende quadrilha em flagrante em Cuiabá

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Policiais militares do 10º Batalhão prenderam quatro homens, de 18 a 24 anos, e recuperaram um carro roubado, nesta quarta-feira (28.1), em Cuiabá. Na ação, as equipes apreenderam um bloqueador de sinal de localização de veículo, três aparelhos celulares e uma pulseira.

Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero, as equipes foram informadas sobre o roubo de um Ford Ka, branco, por dois homens armados, no bairro Verdão, na Capital. Além do carro, os suspeitos levaram um aparelho celular e uma pulseira.

Após a denúncia, os policiais militares reforçaram o patrulhamento tático na região. As equipes do Grupo de Apoio (GAP) localizaram o carro em uma kitnet, no bairro Jardim Ubatã. Dois homens foram flagrados dentro do carro. Ao serem abordados, um deles quebrou um aparelho celular.

Outros dois homens foram localizados no local. Eles tentaram fugir, mas foram detidos logo em seguida. Com eles, os policiais apreenderam dois três celulares, um aparelho bloqueador de localização de veículo e uma pulseira.

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Questionados sobre o fato, os suspeitos confessaram que utilizam a residência como esconderijo de veículo roubados. Um dos detidos possui mandado de prisão em aberto. A quadrilha e o veículo foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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