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Cavalaria da PM conduz quatro faccionados e apreende drogas e arma de fogo em Nova Mutum

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Equipes da Cavalaria da Polícia Militar conduziram quatro faccionados em flagrante por tráfico ilícito de drogas, nesta quinta-feira (6.11), em Nova Mutum. Os suspeitos foram detidos em duas ocorrências, onde foram apreendidas porções de maconha e cocaína e uma arma de fogo.

Na primeira ocorrência, a equipe policial atendeu uma denúncia de que membros de uma facção criminosa estavam de posse de arma de fogo para cometerem crimes contra integrantes de facções rivais.

No local indicado, os policiais encontraram duas mulheres e um adolescente. Questionados sobre a arma de fogo, eles revelaram que o objeto estava escondido na churrasqueira da casa.

Os militares fizeram buscas e encontraram uma arma de fogo de calibre 36 de numeração suprimida e também apreenderam porções de maconha, cocaína e pasta base de cocaína. Eles receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia da cidade.

Já no período da noite, os policiais da Cavalaria receberam denúncias de que um homem estava fazendo a venda e entrega de drogas em uma motocicleta, na região do bairro Santa Terezinha.

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Diante das informações recebidas, os militares intensificaram o patrulhamento na área e encontraram uma motocicleta, com as mesmas características informadas, na frente de uma casa.

O homem foi abordado e os policiais fizeram buscas na casa, sendo possível encontrar três porções grandes e 45 porções pequenas de maconha, além de porções de pasta base de cocaína, pinos com cocaína e a quantia de R$ 125,00 em dinheiro.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia de Nova Mutum com todo o material apreendido.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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