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Polícia Civil realiza ação contra o tráfico de drogas em Barra do Bugres

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A Polícia Civil realizou uma ação coordenada de combate ao tráfico de drogas em Barra do Bugres, que resultou em prisões, apreensões de entorpecentes e materiais utilizados na atividade criminosa.

A ação policial, realizada nessa segunda-feira (15.11), pela equipe da Delegacia de Barra do Bugres, cumpriu mandado judicial em um endereço na Avenida Guaporé, onde foi constatada intensa movimentação de pessoas, com consumo de bebidas alcoólicas e drogas.

Durante o cumprimento do mandado, os policiais realizaram abordagem em um estabelecimento comercial e em duas residências. Em uma delas, seis pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas. Na outra, foram localizados dois menores com mandado de internação em aberto por ato infracional análogo ao crime de homicídio ocorrido em Tangará da Serra, além da apreensão de entorpecentes para consumo pessoal.

Durante as diligências, foram apreendidas diversas porções de pasta base de cocaína e maconha, além de materiais característicos do tráfico, como balança de precisão, embalagens, anotações, rádios comunicadores e aparelhos celulares. As investigações indicavam que os imóveis eram utilizados como pontos de venda de drogas e apoio logístico a grupo criminoso.

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Também foram identificadas duas responsáveis pelo estabelecimento comercial e a presença de três menores de idade, sendo que um deles constava como desaparecido, fato comunicado às autoridades competentes.

Os envolvidos e os materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Barra do Bugres. As oito pessoas presas passaram por audiência de custódia, tendo as prisões convertidas em preventivas.

A Polícia Civil segue com as investigações para identificar outros envolvidos e reforça o compromisso com o combate ao tráfico de drogas e a manutenção da ordem pública.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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