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Polícia Civil prende padrasto por estupro de vulnerável de enteada em Dom Aquino

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Policiais civis cumpriram na manhã desta sexta-feira (02.06) a prisão preventiva de um homem de 45 anos pelo crime de estupro de vulnerável cometido contra a enteada, de 12 anos, na cidade de Dom Aquino.

No início da semana, a Delegacia da Polícia Civil do município recebeu o registro do crime, quando a mãe da menor, acompanhada por conselheiros tutelares, relatou os abusos sexuais sofridos pela filha.

Na terça-feira, a menor participou de uma palestra, na escola onde estuda, sobre o movimento Maio Laranja, com orientações sobre exploração e abuso sexual infantojuvenil. Após ouvir a palestra, a adolescente relatou a uma colega que era vítima de abuso sexual pelo padrasto. A direção da escola tomou conhecimento da situação e acionou imediatamente o Conselho Tutelar. Os conselheiros entraram em contato com a mãe da menina e, depois de ouvi-las, as acompanharam à Delegacia de Dom Aquino.

Em declaração, a mãe da vítima relatou o que a filha lhe contou, que vem sofrendo abuso sexual do padrasto desde que tinha sete anos. Ela contou ainda que o suspeito aproveitava os momentos que a esposa estava ausente de casa para trabalhar e cometia os abusos. O relato da vítima aponta ainda que a situação mais recente dos abusos ocorreu no último domingo.

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O delegado Sérgio Luis Almeida requisitou exame de corpo de delito, que foi realizado na quarta-feira (31) e comprovou a conjunção carnal.

O delegado requisitou medida protetiva de urgência para a menor e representou pela prisão preventiva do padrasto, que foi detido nesta sexta-feira em sua residência.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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