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Polícia Civil prende homem investigado por estupro de vulnerável em Barra do Bugres

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Um homem investigado pelo crime de estupro de vulnerável em Barra do Bugres (167 km a médio norte de Cuiabá), foi preso pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (18.07), em cumprimento de mandado judicial.

O suspeito, de 44 anos, teve a prisão preventiva decretada pelo juízo da Comarca local, após investigação da Delegacia de Barra do Bugres para apurar a ocorrência de estupro de vulnerável e ameaça.

No dia primeiro de julho, uma funcionária da escola onde a vítima de 14 anos estuda viu a menina chorando, e ao perguntar o que havia acontecido, a menor revelou que tinha sido abusada sexualmente por um homem conhecido da família.

A mãe da aluna foi chamada, e a filha confirmou os abusos. O suspeito tinha passando as mãos nas suas partes íntimas, depois de ter passado a noite da casa da vítima.

Conforme apurado, o suspeito dormiu na sala da residência, e logo pela manhã, quando os pais da menor saíram da casa, ele foi até o quarto onde a vítima estava dormindo e cometeu o abuso.

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A vítima foi ouvida em depoimento especial, e diante da confirmação e indícios de crime, a Polícia Civil representou pelo pedido de prisão preventiva decretado pela Justiça.

Com o mandado de prisão em aberto, o investigado foi preso nesta manhã de segunda-feira (18), nas proximidades do lixão da cidade de Barra do Bugres.

Em seguida ele foi conduzido para as providências cabíveis e posteriormente colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: PJC MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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