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Polícia Civil prende em flagrante condutor envolvido em acidente fatal com três vítimas

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A equipe da Delegacia de Canarana localizou nesta quinta-feira (29) o condutor da camionete que se envolveu em um acidente na madrugada, que resultou na morte de três pessoas e uma delas ficou em estado grave.

O acidente foi registrado na MT-326, em Canarana, e envolveu uma camionete Toyota Hilux e um Fiat Uno, onde estavam as quatro vítimas. Três delas foram a óbito e uma socorrida em estado grave.

As vítimas que morreram foram identificadas como: David Gomes da Silva, de 19 anos; José Bernardes de Araújo, de 64 anos e José Paulo Pereira Araújo.

Segundo as informações coletadas pela Polícia Civil, o condutor da camionete teria deixado o local, sob a justificativa de que procuraria atendimento médico emergencial, mas não deu entrada no hospital municipal da cidade.

Policiais civis realizaram diligências durante toda a madrugada em busca do condutor. O suspeito foi localizado apenas no início da manhã, recebendo atendimento médico hospitalar em outra cidade a 90 quilômetros de Canarana e ele tinha a intenção de seguir para Barra do Garças.

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Durante as investigações, a equipe policial apurou que o condutor da Hilux passou a noite ingerindo bebida alcoólica em um bar de Canarana e saiu do estabelecimento pouco antes do acidente.

O delegado Flávio Leonardo esclarece que a conduta do suspeito caracteriza, em tese, os crimes de fuga de local de acidente para evitar responsabilidade criminal e de condução de veículo automotor sob efeito de álcool.“Neste momento inicial não é possível verificar quem deu causa ao acidente, sendo que este fato será apurado mediante procedimento apuratório específico”, explicou.

O condutor foi preso e será apresentado em audiência de custódia do Poder Judiciário que decidirá sobre a necessidade ou não da conversão do flagrante em prisão preventiva.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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