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Polícia Civil encontra gatos mortos em residência e prende homem por suspeita de maus-tratos

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A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (14.7), um homem de 40 anos, suspeito de maus-tratos a animais. Gatos mortos foram encontrados na casa dele, no Bairro Recanto dos Pássaros, em Cuiabá.

O caso chegou à Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) por meio de uma denúncia anônima de que havia quatro gatos pretos mortos na casa do suspeito. O homem alegava que os animais apareciam mortos em sua residência e que isso poderia estar relacionado a um possível ritual de bruxaria. Moradores do bairro também já haviam presenciado o suspeito correndo atrás de um gato preto na região.

Diante da denúncia, a Dema foi até a casa do suspeito nesta segunda-feira e o encontrou em estado de saúde física e mental bastante debilitado. Ele autorizou a entrada da equipe na residência, e foram encontrados cinco animais mortos: dois gatos no quarto e três na sala, todos em estado de decomposição.

Questionado, o suspeito apresentou diversas versões. Ele foi levado para a delegacia e autuado por maus-tratos a animais. Segundo o delegado Guilherme Pompeo, o suspeito aparenta sofrer de esquizofrenia, o que foi confirmado por ele próprio.

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada e realizou a perícia no local e nos animais. Uma veterinária de uma ONG esteve na casa, resgatou uma gata preta com vida e a levou para o abrigo da instituição. O caso será apurado pela Dema.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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