POLICIAL
Liderança de facção criminosa envolvido em latrocínio de PM no Pará é preso em Mato Grosso
O suspeito também era considerado foragido do Sistema Penal Paraense e estava com três mandados de prisão em aberto, sendo cumpridas todas as ordens judiciais em seu desfavor. Com ele, foram apreendidas duas identidades com dados falsos, culminando também em sua prisão em flagrante pelo crime de uso de documento falso.
A operação que resultou na prisão do foragido ocorreu após dois meses de intensas trocas de informações entre o Núcleo de Apoio a Investigação – NAI Castanhal, Delegacia de São Miguel e Polícia Civil de Mato Grosso, que identificaram o paradeiro do investigado em endereços em Cuiabá e Várzea grande.
As investigações iniciaram após o latrocínio que vitimou o policial militar, Antônio Marfeo Maia Maciel, ocorrido no dia 27 de outubro de 2023, durante um assalto em São Miguel do Guamá, município do nordeste paraense, às margens da rodovia BR-010.
Durante as investigações realizadas pela Delegacia de São Miguel do Guamá, o suspeito foi identificado como conselheiro geral de uma facção criminosa instalada no estado do Pará e atuou como mandante do crime que vitimou o policial militar.
Com avanço das investigações, foi identificado que o investigado, considerado de alta periculosidade, estava residindo no estado de Mato Grosso, alternando com frequentes deslocamentos entre os Municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Segundo informações, mesmo residindo em Mato Grosso, nos últimos dias, o suspeito tinha tornado a ameaçar agentes de segurança em São Miguel do Guamá (PA).
Além do mandado de prisão pelo crime de latrocínio, foram cumpridos nesta terça-feira (09), outros dois mandados contra o investigado, sendo um de prisão preventiva decorrente dos crimes de tráfico de drogas e associação criminosa, e um mandado de recaptura por se encontrar evadido do Sistema Penal Paraense.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

-
MATO GROSSO6 dias atrásPrefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato
-
MATO GROSSO5 dias atrásGisela aposta na força regional e leva recado de Pivetta a Moacir em Barra do Garças
-
POLÍTICA MT6 dias atrásPivetta e Wellington estão empatados em Mato Grosso
-
POLÍTICA MT6 dias atrásDr. João rompe com Wellington e declara apoio a Pivetta
-
POLÍTICA MT6 dias atrásMauro mantém liderança ao Senado com 45% seguido por Janaina com 30% enquanto Medeiros avança na disputa com 22%
-
POLÍTICA MT6 dias atrás”Não vou dormir direito com gente morando mal”, afirma Pivetta ao defender reforma urbana em municípios de MT – veja o video
-
POLÍTICA MT6 dias atrásWellington fica fora da mesa enquanto Balbinotti reúne Rogério Marinho e empresários ligados a Pivetta para Flávio Bolsonaro
-
Sinop6 dias atrásIV Sinop Sustentável inicia com programação de feiras, seminários, oficinas e diversas atividades

