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Polícia Civil e Sema identificam lotes demarcados em área fiscalizada e apreendem armas e motosserras

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Durante ação da Operação Amazônia 2022, equipes da Polícia Civil e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente flagraram nesta semana, na egião norte de Mato Grosso, um acampamento no meio de uma área fiscalizada, no município de Feliz Natal, onde seis pessoas estavam em posse de armamentos, munições de vários calibres e motosserras.

As equipes da Delegacia Especializada de Meio Ambiente e da Sema, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil, estão na região norte do estado realizando fiscalização de combate ao desmatamento ilegal.

O monitoramento de imagens de satélite da plataforma Planet emitiu um alerta de possível crime ambiental no município e os policiais civis e fiscais decidiram percorrer uma estrada vicinal para obter informações sobre a área.

Durante as diligências, as equipes apuraram que um grupo estaria transitando armado na área fiscalizada com a intenção de intimidar moradores da região. O grupo também também estava trabalhando na formação de lotes denominados ‘Sítio Gabriel’.

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Foi localizado um acampamento, funcionando como um alojamento, e seis pessoas no local que portavam quatro armas longas, além de quatro motosserras, apreendidas pela equipe da Sema.

Foram identificados também os lotes já demarcados e o grupo informou aos policiais que estava no local para adquirir um pedaço de terra e fazer a ocupação da área.

As seis pessoas foram conduzidas à Delegacia de Feliz Natal para esclarecimentos e as armas e munições apreendidas pela Polícia Civil.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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