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Operação cumpre sequestro de bens e suspende escritório de contabilidade usado para fraudar o fisco estadual

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Uma arma, dezenas de munições, aparelhos eletroeletrônicos e documentos contábeis estão entre os materiais apreendidos pela Polícia Civil de Mato Grosso durante a Operação Bomba Fantasma, deflagrada nesta quarta-feira (06.07) para cumprimentos de mandados judiciais contra um grupo investigado pela Delegacia de Crimes Fazendários por fraudes contra o fisco estadual.

Foram cumpridas ordens judiciais em três cidades – Rondonópolis e Pedra Preta, em Mato Grosso, e Goiânia, em Goiás. Nos endereços alvos, as equipes da Polícia Civil cumpriram 13 mandados de buscas, 12 bloqueios de veículos dos investigados, quatro sequestros de imóveis, uma suspensão de escritório de contabilidade, além do bloqueio de contas bancárias.

Entre as apreensões estão quase 72 munições, dois carregadores e uma pistola encontradas em um dos postos de combustíveis alvos da operação, na cidade de Pedra Preta.

Os elementos coletados durante a investigação embasaram as representações feitas pelo delegado Rafael Scatolon contras os alvos investigados após parecer favorável da 14ª Promotoria de Cuiabá, e deferimento pela juíza Ana Cristina Silva Mendes da 7ª Vara Criminal da Capital. O bloqueio das contas bancárias foi realizado no valor correspondente ao crédito tributário devido, de R$ 42 milhões.

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Investigação

A investigação coordenada pela Defaz com a colaboração do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) e Secretaria de Estado de Fazenda desarticulou uma organização criminosa constituída por núcleos formados por empresários do segmento de combustíveis e empresas de transportes, cujo objetivo era a venda de notas fiscais a transportadoras para aproveitamento de crédito fiscal.

Foi identificado que, em 2018, pelo menos quatro postos de combustíveis venderam milhares de litros de diesel a transportadoras, sem a efetiva circulação da mercadoria, ou seja, sem o abastecimento na bomba. 

A auditoria realizada pela Coordenadoria de Fiscalização de Combustível, Comércio e Serviços da Sefaz e o aprofundamento das investigações pela Defaz demonstraram que dos quatro postos, três pertencem ao mesmo grupo de empresários e um posto, localizado em Alto Garças, no sul do Estado, foi responsável pela venda de mais de 10 milhões de litros de óleo diesel, sem que fosse adquirido um único litro para seu estoque, reforçando apenas a venda da nota fiscal fictícia.

Segundo o delegado titular da Defaz, Walter de Melo Fonseca Júnior, a investigação conseguiu identificar que o grupo econômico contava com a participação direta de um escritório de contabilidade, que funcionava como um “QG” para emissão das notas fiscais das vendas realizadas. A Polícia Civil apurou ainda que transportadoras foram beneficiadas com o esquema criminoso, sendo que três delas pertencem a um mesmo grupo econômico.

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A operação Bomba Fantasma contou com apoio das unidades da Diretoria de Atividades Especiais – DRE, DECCOR e GCCO, Delegacias da Polícia Civil em Rondonópolis, Politec-MT e Gerência de Operações de Inteligência da Polícia Civil de Goiás.

 

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Mulher é alvo de operação após suspeita de divulgar fotos íntimas de empresária em MT

Investigação aponta que suspeita teria encontrado imagens no celular do noivo e compartilhado o conteúdo em grupos de WhatsApp

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Uma mulher de 37 anos foi alvo de mandado de busca e apreensão nesta quinta-feira (24), em uma investigação sobre a divulgação de fotos íntimas de uma empresária de 40 anos, em Sinop. A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DDM) de Lucas do Rio Verde.

Segundo informações da Polícia Civil, as duas mulheres não mantinham vínculo entre si. A investigação aponta que a suspeita teria descoberto um relacionamento entre o noivo e a empresária e, após ter acesso às imagens íntimas armazenadas no celular dele, teria compartilhado o material em diferentes grupos de WhatsApp.

Com a disseminação do conteúdo, diversas pessoas tiveram acesso às imagens. A Polícia Civil conseguiu identificar o número de telefone utilizado para o compartilhamento e, a partir das informações levantadas, chegou à mulher investigada.

O caso começou a ser apurado depois que a empresária registrou um boletim de ocorrência. Com os elementos reunidos durante a investigação, a autoridade policial solicitou à Justiça um mandado de busca e apreensão.

A medida teve como objetivo recolher celulares e outros materiais que possam auxiliar na identificação da origem e da extensão dos compartilhamentos, além de reunir novas provas para o inquérito.

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A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer as circunstâncias da divulgação e apurar a responsabilidade da suspeita.

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