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Forças de Segurança já liberaram 18 pontos de bloqueios em rodovias de MT

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As ações do Gabinete de Crise, que coordena as operações para desbloquear as rodovias em Mato Grosso, já liberaram, somente na manhã desta terça-feira (22), 18 pontos que estavam com interdição.

São 9 pontos em rodovias federais, 6 em estaduais e duas em municipais. Apenas um trecho da BR 070, na saída de Primavera do Leste para Campo Verde, ainda permanece interditado.

Ainda há bloqueios parciais em oito pontos. E aglomerações em 12 locais.

O trabalho do Gabinete de Crise, que é composto pela Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Politec, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e órgãos de inteligência, é para garantir a liberação de todos os trechos no Estado e assegurar o direito de ir e vir da população.

O gabinete vem atuando em conjunto desde que as manifestações tiveram início. Contudo, com a mudança no perfil do movimento, as forças de segurança deram início à operação, nesta terça-feira, para a desobstrução de todas as rodovias do Estado.

Rodovias liberadas

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BR 174 – Comodoro

BR 163 – Sinop

MT 140  – Sinop

MT 320 – Colíder

BR 174 – Pontes e Lacerda

BR 174 – Conquista D’Oeste

MT – Campos de Júlio

Estrada Municipal em Alta Floresta

BR 364 – Rondonópolis

BR 163 – Nova Mutum

BR 163 – Lucas do Rio Verde

BR 364 – Diamantino  (Ponto 1)

BR 364 – Diamantino (Ponto 2)

BR 163 – Sorriso

BR 158 – Água Boa

MT 240 – Água Boa

MT 242 – Querência

MT 010 – Ipiranga do Norte

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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