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Condenado por estupro de vulnerável em MS é preso pela Polícia Civil em Cuiabá

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Um foragido da Justiça de Mato Grosso do Sul, condenado a mais de 20 anos de prisão por crime de estupro de vulnerável, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso, na manhã desta quinta-feira (29.06), em uma ação conjunta da Gerência Estadual de Polinter (Gepol) e Gerência de Operações Especiais (GOE).

O suspeito de 68 anos estava com mandado de prisão por condenação decretado pela Justiça de Mato Grosso do Sul pelo crime de estupro de vulnerável, ocorrido no ano de 2010, tendo como vítima a sua enteada, na época de 13 anos de idade.

As investigações apontaram que a vítima era abusada pelo suspeito desde os 10 anos de idade, chegando a engravidar do padrasto e sendo forçada a fazer um aborto, durante o período em que sofreu os abusos.

Após troca de informações entre os policiais civis do estado de Mato Grosso do Sul e o Núcleo de Inteligência da (GOE) foi possível identificar o imóvel onde o suspeito estava escondido, no bairro Jardim Leblon, em Cuiabá.

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Após diversas diligências de vigilância e monitoramento do endereço, os policiais da Polinter e da GOE conseguiram localizar o foragido, na manhã desta quinta-feira (29), dando efetivo cumprimento ao mandado de prisão.

Após ter a ordem judicial cumprida, o preso foi conduzido à Polinter e posteriormente encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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