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CEREST: saiba mais sobre os atendimentos de saúde ofertados para o trabalhador

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O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest,) é especializado no atendimento em Saúde do Trabalhador, oferecendo todo o suporte técnico, capacitação, atendimento de saúde e assistência social. A unidade de Sinop é responsável por 14 municípios que fazem parte da região Teles Pires.

O trabalho é desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, composta por médico, enfermeira, técnico de enfermagem, técnico de segurança do trabalho, psicólogo, coordenador e administrativo, que conta com apoio dos órgãos públicos e sindicatos de cada cidade para realizar os atendimentos. Apesar de não ter o poder de multar ou notificar, o Cerest pode realizar inspeções e formular relatórios, como em casos de denúncias ou acidentes de trabalho.

A coordenadora do Cerest, Alba dos Santos Gonçalves, ressalta a qualidade dos serviços prestados. “Fazemos a vigilância em saúde do trabalhador em 14 municípios, levando treinamentos, palestras, orientações, instruções sobre uso de EPIs, cuidamos da saúde do trabalhador em todos os sentidos”, finalizou.

São atendidos pelo Cerest, trabalhadores encaminhados pela Rede Básica de Saúde, trabalhador formal dos setores privados e públicos, trabalhador autônomo, trabalhador informal e trabalhador desempregado acometido de doença relacionada ao trabalho que desempenhava. Recebendo essa demanda, é feito um diagnóstico do estado de saúde do usuário, e se for constatada a relação da doença com o trabalho, ele é atendido no ambulatório de saúde do trabalhador, caso contrário, é encaminhado a outros serviços da Rede SUS.

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Na semana passada, o centro recebeu do Comitê Interinstitucional Gestor de Ações Afirmativas do Ministério Público do Trabalho, um automóvel Duster, notebook e um computador com webcam, para a equipe técnica desenvolver atividades do setor.

A sede do Cerest fica localizada na Avenida das Itaúbas, nº 4765, no Jardim das Palmeiras, em anexo com o Centro de Combate às Endemias, com funcionamento das 7h às 13h.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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