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Ação integrada da Polícia Civil leva à prisão de suspeitos de furtar cerca de 10 toneladas de fio de cobre em Alta Floresta

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Um trabalho de investigação da Polícia Civil, com atuação conjunta das Delegacias de Roubos e Furtos de Alta Floresta e Rondonópolis, resultou no cumprimento de dois mandados de prisão e três de busca e apreensão contra suspeitos de envolvimento no furto de cerca de 10 toneladas de cobre em Alta Floresta. O material subtraído está avaliado em mais de R$ 400 mil.

As ordens judiciais foram expedidas pela 5ª Vara de Alta Floresta e os mandados cumpridos nas cidades de Coxim (MS) e Rondonópolis (MT), nesta quarta-feira (23.7). Um dos indiciados, um homem de 26 anos, já se encontrava preso no Presídio Coxim, em Coxim.

O outro, de 47 anos, foi preso no apartamento onde morava, no Edifício Nonato Aguiar, no bairro Vila Aurora II, em Rondonópolis. Na ocasião, foram apreendidos dois aparelhos celulares e comprovantes de pagamento de pagamento de pedágios.

Investigação

O crime ocorreu no dia 10 de fevereiro de 202. Os criminosos utilizaram um caminhão e algumas camionetes para furtar os objetos de uma empresa telefônica situada no município de Alta Floresta.

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Desde então, a Polícia Civil iniciou o trabalho investigativo para identificar, localizar e prender os envolvidos.

As investigações revelaram que o grupo mantém empresas em Rondonópolis destinadas a receber o produto furtado e posteriormente revendê-lo.

Com o decorrer das investigações, coordenadas pela Delegacia de Alta Floresta, foi possível identificar dois dos envolvidos, sendo feito o pedido de representação pelas suas respectivas prisões.

Após o deferimento dos pedidos pelo Poder Judiciário, os mandados foram cumpridos pela Delegacia de Roubos e Furtos de Rondonópolis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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