POLÍCIA FEDERAL
Polícia Federal cumpre mandados em investigação de comercialização de cédulas falsas em redes sociais
Porto Alegre/RS – A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (3/8), ação para reprimir a comercialização de cédulas falsas através de redes sociais. A investigação contou com o apoio dos Correios.
Policiais federais cumpriram dois mandados de busca nos municípios de Arroio dos Ratos e Xangri-lá, com a apreensão de telefones celulares dos investigados.
A apuração teve início em junho e identificou que os investigados adquiriam cédulas falsas em redes sociais e recebiam as notas por encomendas enviadas através dos Correios. Durante as investigações, foram interceptadas 65 notas falsas, totalizando 3 mil reais em cédulas forjadas.
A intensificação da repressão com a aplicação de técnicas de inteligência no combate à falsificação de moedas e a desarticulação de organizações criminosas em todo o Brasil têm resultado na queda da circulação de cédulas forjadas.
Na região de atuação da Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio Grande do Sul (Capital, Região Metropolitana e Litoral Norte), as apreensões no ano de 2021 foram de 2099 cédulas falsas (R$ 174.487,00) e em 2022, 628 (R$ 37.105,00) até o início de agosto.
O crime de moeda falsa tem pena de reclusão, de 3 a 12 anos, e multa.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Sul
[email protected] | www.pf.gov.br
Fone: (51) 3235-9005/99717-3040
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF e CGU apuram esquema de lavagem de dinheiro ligado a contratos públicos no Espírito Santo
Vila Velha/ES. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (8/7), a Operação Colosso de Areia, com o objetivo de investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado a contratos públicos celebrados por municípios do Espírito Santo. A ação, realizada com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), cumpre 17 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.
As investigações apontam que os grupos investigados mantiveram contratos públicos que somam aproximadamente R$ 908,8 milhões entre 2017 e 2025.
Segundo as apurações, empresas de fachada eram utilizadas, em tese, para ocultar e dissimular recursos provenientes desses contratos, por meio de movimentações financeiras incompatíveis com as atividades declaradas, transferências entre pessoas jurídicas e expressivos saques em espécie.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aproximadamente R$ 270 mil em espécie, além de veículos e documentos que serão analisados no curso da investigação.
Os fatos apurados podem caracterizar, entre outros delitos, o crime de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da apuração de eventuais crimes correlatos contra a Administração Pública e o sistema licitatório. Os investigados poderão responder pelos crimes apurados, conforme o avanço das investigações e a eventual responsabilização individual.
Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
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