POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal combate extração e comercialização ilegal de ouro


Araguaína/TO – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (5/4) a Operação Mercúrio, que tem como objetivo investigar a exploração/comercialização ilegal de ouro nos Estados do Tocantins, Pará, Minas Gerais e São Paulo.

Aproximadamente 30 policiais federais dão cumprimento a 6 mandados de busca e apreensão nas cidades de Araguaína/TO, Tucumã/PA, Uberlândia/MG e São José do Rio Preto/SP, expedidos pela Justiça Federal em Araguaína/TO. Uma pessoa foi presa por porte ilegal de arma de fogo.

As investigações tiveram início no ano de 2018 quando foi identificado indivíduo residente em Araguaína/TO, responsável por extrair ilegalmente ouro, sem autorização legal da Agência Nacional de Mineração-ANM. O ouro era extraído em fazendas localizadas no estado do Pará, sendo o produto transportado até a cidade de Araguaína/TO, onde era armazenado e posteriormente levado para o Estado de São Paulo para comercialização em joalherias.

No decorrer das investigações, restou comprovado que o lucro líquido do principal investigado em decorrência da extração ilegal de ouro era de pelo menos R$ 300 mil por mês, bem como parte do proveito do crime era revertido em compras de diversas fazendas nos Estados do Tocantins e Pará.

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Os investigados poderão responder, na medida de suas culpabilidades, pelos crimes de extração ilegal de minério, usurpação de bens da união, organização criminosa e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas somadas podem chegar a 24 anos de reclusão.

O nome da operação – Mercúrio – faz alusão à substância que serve de ímã para grudar os pedaços menores de ouro, tornando-os mais visíveis e fáceis de serem separados, sendo utilizado em larga escala pelos garimpeiros ilegais.

    Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins 

E-mail: [email protected] 

Fones: (63) 3236-5494 

Coordenação Geral de Comunicação Social da Polícia Federal

Contato: (61) 2024-8142

 

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POLÍCIA FEDERAL

PF combate crime de exploração sexual infantojuvenil

Manaus/AM. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (6/8), a Operação Amparo, com o objetivo de apurar crimes relacionados à exploração sexual infantojuvenil na internet. 

Durante a operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão e um de prisão preventiva contra um investigado suspeito de envolvimento com a divulgação e com o armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil. As medidas judiciais foram executadas na residência do investigado. 

As investigações tiveram início a partir da análise dos referidos relatórios do National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC), no âmbito do chamado Caso Rapina, que apontavam atividade vinculada a contas utilizadas em redes sociais. A análise dos dados identificou indícios da prática criminosa por meio de perfis.

Segundo a apuração, foram identificados indícios de aquisição e de armazenamento de arquivos contendo imagens e vídeos ilícitos, supostamente vinculados ao usuário investigado, em um período que abrange 2018-2026. 

Nomenclatura e alerta
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota preferencialmente as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.

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A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
(92) 3655-1563
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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