POLÍCIA FEDERAL

PF combate crime de exploração sexual infantojuvenil

Manaus/AM. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (6/8), a Operação Amparo, com o objetivo de apurar crimes relacionados à exploração sexual infantojuvenil na internet. 

Durante a operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão e um de prisão preventiva contra um investigado suspeito de envolvimento com a divulgação e com o armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil. As medidas judiciais foram executadas na residência do investigado. 

As investigações tiveram início a partir da análise dos referidos relatórios do National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC), no âmbito do chamado Caso Rapina, que apontavam atividade vinculada a contas utilizadas em redes sociais. A análise dos dados identificou indícios da prática criminosa por meio de perfis.

Segundo a apuração, foram identificados indícios de aquisição e de armazenamento de arquivos contendo imagens e vídeos ilícitos, supostamente vinculados ao usuário investigado, em um período que abrange 2018-2026. 

Nomenclatura e alerta
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota preferencialmente as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.

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A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
(92) 3655-1563
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Desembargador Ricardo Almeida é um dos investigados sobre acordo de R$ 308 milhões envolvendo a Oi

Magistrado do TJMT é alvo de mandados de busca que apura suspeitas de peculato, lavagem de dinheiro e uso de informação privilegiada.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (6), a Operação Heritage para investigar um suposto esquema envolvendo um acordo firmado entre o Estado de Mato Grosso e a operadora Oi, no valor de R$ 308 milhões. Entre os alvos da operação está o desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Ricardo Almeida, que teve mandados de busca e apreensão cumpridos em sua residência e em seu escritório, em Cuiabá.

Segundo a investigação, o caso apura possíveis crimes de peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso indevido de informação privilegiada. O ex-governador e atual candidato ao Senado, Mauro Mendes, também figura entre os investigados no inquérito conduzido pela Polícia Federal.

De acordo com as informações divulgadas, antes de ingressar no Tribunal de Justiça pelo Quinto Constitucional da OAB-MT, Ricardo Almeida atuava como advogado. A investigação aponta que ele adquiriu, em 2022, os direitos creditórios que a Oi possuía contra o Estado de Mato Grosso e, posteriormente, teria intermediado o acordo firmado entre a Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT) e a operadora, celebrado em abril de 2024, que resultou no pagamento de mais de R$ 308 milhões pelo Tesouro Estadual.

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A nomeação de Ricardo Almeida ao cargo de desembargador ocorreu em novembro de 2025, cerca de um ano e meio após a formalização do acordo, por indicação do então governador Mauro Mendes para ocupar a vaga destinada ao Quinto Constitucional da OAB-MT.

Ao todo, a Polícia Federal cumpre 25 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados de Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará. Também foram determinadas medidas cautelares, como afastamento dos sigilos bancário e fiscal, bloqueio e indisponibilidade de bens de até R$ 316 milhões, recolhimento de passaportes e proibição de contato entre os investigados.

Segundo a PF, as apurações indicam que a operação financeira investigada pode ter sido utilizada para viabilizar o desvio de recursos públicos por meio de uma estrutura financeira composta por fundos de investimento e pessoas jurídicas interpostas, com o objetivo de ocultar a origem e a movimentação dos valores.

A investigação segue em andamento. Até o momento, a Polícia Federal apura os fatos e os investigados terão oportunidade de apresentar suas manifestações no curso do processo. Não há decisão judicial definitiva sobre as suspeitas apuradas.

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O outro lado

Até o fechamento dessa matéria não conseguimos retorno, o espaço segue aberto para manifestação.

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