POLÍCIA FEDERAL
Polícia Federal combate desmatamento e extração ilegal de madeira em terra indígena no Tocantins
Palmas/TO – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (09/03) a Operação KRIKAHÂ, para desarticular associação criminosa responsável pelo desmatamento de florestas de domínio público no interior da terra indígena Xerente, em Tocantínia/TO, mais precisamente na mata conhecida como Jenipapo, com o intuito de realizar o comércio ilegal das madeiras extraídas, atividade extrativista que tem propiciado grande degradação ambiental e o comprometimento dos recursos naturais disponíveis à subsistência das populações indígenas.
Estão sendo cumpridos 1 mandado de prisão e 11 de busca e apreensão, nos municípios de Miranorte/TO, Palmas/TO, e Tocantínia/TO, todos expedidos pela 4ª Vara Criminal Federal. A ação contou com o apoio da Polícia Militar do Tocantins.
Ressalte-se que, além do descumprimento da legislação em vigor, uma vez que a exploração comercial de madeiras oriundas de terras indígenas é proibida, o dinheiro proveniente das atividades ilegais não é auferido por toda a comunidade indígena, mas apenas por poucos integrantes, em prejuízo dos demais.
A investigação teve início após flagrante de transporte de madeira extraída da Terra Indígena Xerente, o que desencadeou os esforços para identificar todos os atores da associação criminosa.
Os envolvidos podem responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de desmatar, explorar economicamente ou degradar floresta, plantada ou nativa, em terras de domínio público ou devolutas, sem autorização do órgão competente (art. 50-A, da Lei 9.605/98 – Lei de Crimes Ambientais) e por associação criminosa (Art. 288 do Código Penal), cujas penas somadas podem ultrapassar 6 anos de reclusão.
O nome da operação “KRIKAH” significa Tocantínia em Akwẽ-Xerénte, idioma nativo do povo indígena Xerente.
Destaca-se que, em razão da pandemia causada pela COVID-19, foi adotada logística especial de prevenção ao contágio, com distribuição de EPI´s a todos os envolvidos, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas e investigados.
Comunicação Social da Polícia Federal em Tocantins
Telefone: (63) 3236-5440
E-mail: [email protected]
POLÍCIA FEDERAL
PF institui grupo de combate à manipulação de resultados esportivos e jogos ilegais
Brasília/DF – A Polícia Federal instituiu, na terça-feira (12/5), o Grupo de Investigação para Repressão à Manipulação de Resultados Esportivos, Fraudes em Apostas e Crimes Correlatos (Base Apostas), subordinado à Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção, Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro.
A nova estrutura terá como foco prioritário a prevenção e a repressão à lavagem de dinheiro, a recuperação de ativos e o enfrentamento de organizações criminosas envolvidas em manipulação de competições esportivas, fraudes em apostas de quota fixa, corrupção privada, estelionato e demais delitos correlatos.
Além disso, a Base Apostas atuará de forma integrada com unidades especializadas da PF e contará com recursos investigativos avançados, análise estratégica de dados e cooperação nacional e internacional.
O trabalho terá como diretrizes a identificação e a responsabilização de lideranças criminosas, intermediários financeiros, apostadores estratégicos e agentes esportivos envolvidos em esquemas ilícitos, além da recuperação de ativos e do enfrentamento à lavagem de dinheiro decorrente dessas práticas.
A iniciativa reforça o compromisso da PF com a proteção da integridade esportiva, a repressão qualificada ao crime organizado e o fortalecimento dos mecanismos de combate às fraudes que impactam o mercado regulado de apostas e a confiança pública nas competições esportivas.
Também merece destaque a possibilidade de cooperação policial internacional e articulação com órgãos reguladores, entidades esportivas e operadores legalmente autorizados. A manipulação de resultados é um fenômeno transnacional, frequentemente associado a organizações criminosas com atuação em diferentes países e forte capacidade financeira. Ações coordenadas e integradas são fundamentais para garantir eficiência no combate a essas práticas.
Previsão
A Base Apostas terá caráter institucional e inicialmente funcionará pelo prazo de um ano, podendo ser prorrogada conforme avaliação da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção.
A estrutura será composta por policiais especializados em inteligência financeira, análise de dados, recuperação de ativos, monitoramento de plataformas digitais e investigação de organizações criminosas relacionadas ao ecossistema de apostas esportivas.
Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
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