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PF prende foragida da Justiça brasileira após expulsão do Paraguai

Guaíra/PR. A Polícia Federal identificou, nessa segunda-feira (3/8), mediante o Comando Bipartite Guaíra-Saltos del Guaíra, uma foragida da Justiça localizada no Paraguai. Contra ela, havia um mandado de prisão pendente de cumprimento pelo crime de tráfico internacional de drogas.

Após diligências da polícia paraguaia, a foragida foi localizada e expulsa pelas autoridades do país estrangeiro. Após a prisão e as formalidades devidas, ela foi encaminhada à Penitenciária Estadual do Paraná, onde permanecerá à disposição da Justiça.

O Comando Bipartite, inaugurado em março de 2026, atua como um núcleo estratégico de integração das forças policiais do Brasil e do Paraguai, direcionando o intercâmbio de informações e fortalecendo a atuação conjunta com foco na prevenção e na repressão à criminalidade transfronteiriça.

Comunicação Social da Polícia Federal em Guaíra
Disque denúncia: (45) 98824-6579
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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Conselheiro do CNJ afirma que atuação investigada ocorreu antes da nomeação e nega irregularidades em acordo da Oi

Ulisses Rabaneda divulga nota após diligência da Polícia Federal e sustenta que sua participação limitou-se à prestação de serviços advocatícios, antes de assumir cadeira no Conselho Nacional de Justiça.

O conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ulisses Rabaneda, divulgou nota oficial nesta quinta-feira (6) para esclarecer sua relação com a Operação Heritage, deflagrada pela Polícia Federal para investigar um suposto esquema de desvio de recursos públicos envolvendo um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi S.A.

Na manifestação, Rabaneda afirma que sua atuação ocorreu exclusivamente quando ainda exercia a advocacia, antes de sua nomeação ao CNJ. Segundo ele, a participação restringiu-se à prestação de serviços jurídicos durante as negociações que culminaram no acordo envolvendo um crédito da empresa perante o Estado de Mato Grosso.

O conselheiro também sustenta que sua atuação esteve limitada ao exercício regular da advocacia e que os honorários recebidos decorreram de contrato formal, regularmente firmado entre as partes e declarado às autoridades competentes. Na nota, ele ressalta ainda que não há qualquer relação entre os fatos investigados e o período em que passou a exercer a função no Conselho Nacional de Justiça.

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A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal para apurar suspeitas de crimes contra o sistema financeiro nacional, peculato, lavagem de dinheiro e uso de informação privilegiada. Ao todo, foram cumpridos cerca de 25 mandados de busca e apreensão em Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará, além de medidas de bloqueio de bens, quebra de sigilos bancário e fiscal e outras medidas cautelares autorizadas pela Justiça.

De acordo com a investigação, o foco está na análise de um acordo celebrado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A. para restituição de valores decorrentes de uma disputa tributária. Conforme a Polícia Federal, há indícios de que a operação financeira tenha sido utilizada para viabilizar o desvio de mais de R$ 308 milhões em recursos públicos por meio de uma estrutura considerada complexa.

Até o momento, conforme a nota divulgada por Ulisses Rabaneda, ele não figura como investigado por atos praticados no exercício do cargo de conselheiro do CNJ. O documento reforça que todos os fatos mencionados pela diligência dizem respeito exclusivamente à sua atuação profissional como advogado em período anterior à nomeação para o Conselho Nacional de Justiça.

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As investigações seguem em andamento sob supervisão do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela autorização das medidas cautelares relacionadas à operação.

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