POLÍCIA FEDERAL

PF e SENAD/PY recuperam viatura e arma roubadas

Ponta Porã/MS – Na noite de sábado, (04/2), um policial federal foi vítima de roubo, em Ponta Porã/MS.

O policial federal foi abordado por dois homens armados, que pediram a chave do veículo descaracterizado da Polícia Federal e levaram sua arma funcional em seguida. Durante toda a ação, o policial esteve sob a mira de duas armas de fogo.

Todas as forças de segurança do estado do Mato Grosso do Sul, tais como Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Departamento de Operações de Fronteira (DOF), Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (DEFRON), Exército brasileiro, Guarda Civil Municipal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Polícia Rodoviária Federal foram mobilizadas para reforçar o policiamento na área de fronteira. As ações conjuntas também contaram com o apoio da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai – SENAD e da Polícia Nacional do Paraguai – PNP.

Após informações de inteligência, na tarde desta segunda feira (06/2), a viatura e a arma foram localizadas em uma estrada de chão, no Paraguai.

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A investigação sobre o roubo prossegue e está sendo realizada pela Polícia Federal, com o auxílio de outras forças policiais, em busca de prender os responsáveis pelo crime.

Os criminosos poderão responder pelo crime de roubo qualificado, em que a pena poderá chegar a até 10 anos de prisão, podendo aumentar até 2/3 (dois terços).

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul
Contato: (67) 3303-5626
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

Candidato ao Senado antecipa suposta operação da PF em MT e levanta suspeita de vazamento

Segundo publicação, candidato estaria afirmando nos bastidores que ação poderia ocorrer ainda nesta semana e envolver as áreas de Saúde ou empréstimos consignados; até o momento, não há confirmação oficial sobre eventual operação

A informação de que uma nova operação da Polícia Federal poderia ser deflagrada a qualquer momento em Mato Grosso começou a circular nos bastidores políticos e ganhou repercussão em meio ao período eleitoral. O que chama atenção, porém, é a alegação de que um candidato ao Senado estaria antecipando até mesmo possíveis áreas que seriam alvo da eventual ação.

Segundo publicação divulgada pelo site FolhaMax, o candidato cujo nome não é revelado estaria afirmando a interlocutores que agentes federais poderiam cumprir mandados ainda nesta semana, supostamente relacionados às áreas de Saúde ou de empréstimos consignados.

A publicação afirma ainda que o político estaria relacionando a eventual operação ao processo eleitoral em Mato Grosso, sugerindo que uma ação policial neste momento poderia provocar reflexos na disputa pelas urnas.

O episódio chama atenção justamente pela antecedência e pelo nível de detalhamento atribuído às declarações. Operações da Polícia Federal, especialmente aquelas que envolvem o cumprimento de mandados judiciais, são normalmente cercadas de sigilo para preservar as investigações e evitar qualquer comprometimento das diligências.

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Caso uma operação com as características mencionadas venha efetivamente a ocorrer nos próximos dias, a coincidência deverá alimentar questionamentos no meio político sobre como informações dessa natureza teriam chegado previamente ao conhecimento de um candidato.

Por outro lado, até o momento, não há nas informações apresentadas qualquer confirmação oficial da Polícia Federal sobre a existência, data, alvos ou objeto de uma eventual operação com essas características.

Também não há elementos que permitam afirmar que tenha ocorrido vazamento de informações sigilosas. A suspeita surge exclusivamente a partir do relato de que um candidato estaria antecipando uma ação ainda não anunciada oficialmente.

Em plena campanha eleitoral, o assunto tende a aumentar a temperatura dos bastidores políticos de Mato Grosso. Se a operação mencionada não ocorrer, as declarações poderão ser interpretadas apenas como especulação política. Se vier a ser deflagrada nos moldes antecipados, entretanto, ficará aberta uma pergunta inevitável: como um candidato ao Senado teria acesso antecipado a informações sobre uma operação sigilosa da Polícia Federal?

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