POLÍCIA FEDERAL
PF deflagra a Operação Polígono III e erradica 214 mil pés de maconha em PE
Recife/PE – A Polícia Federal, entre os dias 13 e 20 de junho, deflagrou a Operação Polígono III, no sertão de Pernambuco, com o objetivo de reduzir a produção e oferta de maconha na região. A operação contou com o apoio da Polícia Militar de Pernambuco.
Durante a ação, foram localizados e destruídos 58 plantios, resultando na erradicação de cerca de 214 mil pés de maconha e na destruição de 16 mil mudas. As plantações foram encontradas em ilhas do Rio São Francisco, nas regiões de Orocó, Salgueiro, Cabrobó, Belém do São Francisco, Betânia, Flores, Carnaubeira da Penha e Parnamirim, todas em Pernambuco.
Além disso, uma plantação com 60 mil pés de maconha foi descoberta e destruída na Zona Rural de Itacuruba/PE, o que impediu a produção de aproximadamente 12 toneladas da droga.
Confira os resultados das operações de combate ao tráfico de drogas em Pernambuco em 2022:
Erradicação de 1.604.000 pés de maconha.
Prevenção da produção de 320 toneladas de maconha.
Apreensão de 5 toneladas de maconha pronta para o consumo.
Destruição de 320 plantios.
Resultados das operações de combate ao tráfico de drogas em Pernambuco em 2023:
Erradicação de 618.000 pés de maconha.
Prevenção da produção de 124 toneladas de maconha.
Destruição de 168 plantios.
Comunicação Social da Polícia Federal em Pernambuco
Contato: (81) 2137-4076
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF investiga fraudes em contratos de transporte escolar no Rio de Janeiro
Rio de Janeiro/RJ. Nesta quinta-feira (17/9), a Polícia Federal deflagrou a Operação Faixa Amarela, com o objetivo de apurar a possível atuação de organização criminosa em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, peculato e lavagem de dinheiro relacionados à gestão municipal de Duque de Caxias/RJ.
A ação cumpre 12 mandados de busca e apreensão, em endereços localizados na capital fluminense e em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
A investigação teve início a partir de elementos informativos coletados após análise de aparelho celular apreendido na Operação Anáfora. As possíveis fraudes iniciaram-se em 2020 e foram sucessivamente renovadas, gerando contratos milionários. Somente nos três primeiros anos a quantia superou R$ 62 milhões.
A investigação aponta para a possível atuação coordenada entre empresários, funcionários públicos e terceiros, com indícios de superfaturamento de licitações, desvio de recursos públicos e movimentações financeiras para pagamento de vantagens indevidas, além da ocultação da origem ilícita dos valores obtidos com as fraudes perpetradas.
Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato e lavagem de dinheiro.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404
Fonte: Polícia Federal
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