POLÍCIA FEDERAL

PF atua no Comitê Regional de Segurança do Brics

Rio de Janeiro/RJ. A Policia Federal compõe o CESIR, Comitê Integrado que atua durante a Cúpula do Bloco no Rio de Janeiro.

A coordenação das instituições federais, estaduais, municipais, civis, militares participantes fica a cargo da Delegada de Polícia Federal Penélope Automar.

Ela explica que as ações de integração e coordenação interagências têm foco nas ações e operações de segurança pública na cidade do Rio de Janeiro, com foco na mitigação dos efeitos do grande evento na dinâmica da municipalidade e na prevenção de ameaças oriundas do perímetro externo, que possam prejudicar a realização do evento.

Órgãos participantes do CESIR/BRICS:

1. ABIN/DF
2. ABIN/RJ
3. Aeronáutica
4. Águas do Rio
5. ANAC
6. ANATEL
7. CET-Rio
8. Comando Militar do Leste – EB
9. COMAR
10. Comitê Executivo BRICS
11. COR
12. DECEA
13. Estado Maior da FNC / MB
14. Guarda Municipal
15. Guarda Portuária
16. GSI/PR
17. GSI/RJ
18. Marinha do Brasil
19. MRE
20. ONS
21. Polícia Civil/RJ
22. Polícia Federal
23. Polícia Militar/RJ
24. Polícia Rodoviária Federal
25. SENASP
26. SESP/RJ
27. Subsecretaria de Inteligência da PM/RJ

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Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

Candidato ao Senado antecipa suposta operação da PF em MT e levanta suspeita de vazamento

Segundo publicação, candidato estaria afirmando nos bastidores que ação poderia ocorrer ainda nesta semana e envolver as áreas de Saúde ou empréstimos consignados; até o momento, não há confirmação oficial sobre eventual operação

A informação de que uma nova operação da Polícia Federal poderia ser deflagrada a qualquer momento em Mato Grosso começou a circular nos bastidores políticos e ganhou repercussão em meio ao período eleitoral. O que chama atenção, porém, é a alegação de que um candidato ao Senado estaria antecipando até mesmo possíveis áreas que seriam alvo da eventual ação.

Segundo publicação divulgada pelo site FolhaMax, o candidato cujo nome não é revelado estaria afirmando a interlocutores que agentes federais poderiam cumprir mandados ainda nesta semana, supostamente relacionados às áreas de Saúde ou de empréstimos consignados.

A publicação afirma ainda que o político estaria relacionando a eventual operação ao processo eleitoral em Mato Grosso, sugerindo que uma ação policial neste momento poderia provocar reflexos na disputa pelas urnas.

O episódio chama atenção justamente pela antecedência e pelo nível de detalhamento atribuído às declarações. Operações da Polícia Federal, especialmente aquelas que envolvem o cumprimento de mandados judiciais, são normalmente cercadas de sigilo para preservar as investigações e evitar qualquer comprometimento das diligências.

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Caso uma operação com as características mencionadas venha efetivamente a ocorrer nos próximos dias, a coincidência deverá alimentar questionamentos no meio político sobre como informações dessa natureza teriam chegado previamente ao conhecimento de um candidato.

Por outro lado, até o momento, não há nas informações apresentadas qualquer confirmação oficial da Polícia Federal sobre a existência, data, alvos ou objeto de uma eventual operação com essas características.

Também não há elementos que permitam afirmar que tenha ocorrido vazamento de informações sigilosas. A suspeita surge exclusivamente a partir do relato de que um candidato estaria antecipando uma ação ainda não anunciada oficialmente.

Em plena campanha eleitoral, o assunto tende a aumentar a temperatura dos bastidores políticos de Mato Grosso. Se a operação mencionada não ocorrer, as declarações poderão ser interpretadas apenas como especulação política. Se vier a ser deflagrada nos moldes antecipados, entretanto, ficará aberta uma pergunta inevitável: como um candidato ao Senado teria acesso antecipado a informações sobre uma operação sigilosa da Polícia Federal?

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