POLÍCIA FEDERAL

FICCO/AP prende mulher por tráfico interestadual de drogas

Macapá/AP. Na manhã deste sábado (22/6), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amapá (FICCO/AP) prendeu uma mulher que transportava 7,5 quilos de maconha dentro de um navio.

Após denúncia anônima, as equipes fizeram uma revista na mala da mulher e encontraram o entorpecente, confirmando a suspeita.

Segundo relato, ela saiu de Manaus, foi a Santarém e embarcou rumo a Macapá, onde foi feita a abordagem ainda dentro do navio.

A presa foi levada à sede da Polícia Federal no Amapá para os procedimentos cabíveis e poderá responder por tráfico interestadual de drogas. Após os procedimentos de praxe, ela será encaminhada ao Iapen, onde ficará à disposição da Justiça.

Fazem parte da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amapá (FICCO/AP) a Polícia Federal, PM/AP, PC/AP, IAPEN e a SEJUSP.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
Contato: (96) 3213-7503
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

Candidato ao Senado antecipa suposta operação da PF em MT e levanta suspeita de vazamento

Segundo publicação, candidato estaria afirmando nos bastidores que ação poderia ocorrer ainda nesta semana e envolver as áreas de Saúde ou empréstimos consignados; até o momento, não há confirmação oficial sobre eventual operação

A informação de que uma nova operação da Polícia Federal poderia ser deflagrada a qualquer momento em Mato Grosso começou a circular nos bastidores políticos e ganhou repercussão em meio ao período eleitoral. O que chama atenção, porém, é a alegação de que um candidato ao Senado estaria antecipando até mesmo possíveis áreas que seriam alvo da eventual ação.

Segundo publicação divulgada pelo site FolhaMax, o candidato cujo nome não é revelado estaria afirmando a interlocutores que agentes federais poderiam cumprir mandados ainda nesta semana, supostamente relacionados às áreas de Saúde ou de empréstimos consignados.

A publicação afirma ainda que o político estaria relacionando a eventual operação ao processo eleitoral em Mato Grosso, sugerindo que uma ação policial neste momento poderia provocar reflexos na disputa pelas urnas.

O episódio chama atenção justamente pela antecedência e pelo nível de detalhamento atribuído às declarações. Operações da Polícia Federal, especialmente aquelas que envolvem o cumprimento de mandados judiciais, são normalmente cercadas de sigilo para preservar as investigações e evitar qualquer comprometimento das diligências.

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Caso uma operação com as características mencionadas venha efetivamente a ocorrer nos próximos dias, a coincidência deverá alimentar questionamentos no meio político sobre como informações dessa natureza teriam chegado previamente ao conhecimento de um candidato.

Por outro lado, até o momento, não há nas informações apresentadas qualquer confirmação oficial da Polícia Federal sobre a existência, data, alvos ou objeto de uma eventual operação com essas características.

Também não há elementos que permitam afirmar que tenha ocorrido vazamento de informações sigilosas. A suspeita surge exclusivamente a partir do relato de que um candidato estaria antecipando uma ação ainda não anunciada oficialmente.

Em plena campanha eleitoral, o assunto tende a aumentar a temperatura dos bastidores políticos de Mato Grosso. Se a operação mencionada não ocorrer, as declarações poderão ser interpretadas apenas como especulação política. Se vier a ser deflagrada nos moldes antecipados, entretanto, ficará aberta uma pergunta inevitável: como um candidato ao Senado teria acesso antecipado a informações sobre uma operação sigilosa da Polícia Federal?

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