POLÍCIA FEDERAL

FICCO/AP e MP/AP fazem operação contra fraudes em processos de execução penal

Macapá/AP. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amapá (FICCO/AP) e o Ministério Público do Estado do Amapá (MP/AP) deflagraram, nesta terça-feira (30/6), a Operação Fallere, com o objetivo de desarticular suposta organização criminosa investigada por fraudes em processos de execução penal para obtenção indevida de benefícios prisionais.

As investigações tiveram início após a apreensão de um aparelho celular em uma cela do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (IAPEN) e apontaram a possível atuação de um grupo que, em tese, utilizava documentos e informações falsos para viabilizar a concessão irregular de benefícios previstos na Lei de Execução Penal.

Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, sendo 9 em Macapá/AP, 3 em Brasília/DF e 1 no Pará, além de 2 mandados de prisão preventiva.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, violação de sigilo funcional, fraude processual, corrupção, falsidade ideológica, prevaricação e outros delitos eventualmente identificados no curso das investigações.

A operação contou com a participação do Ministério Público do Estado do Amapá, da FICCO/AP, do BOPE e do COE da Polícia Militar do Amapá, da Corregedoria da Polícia Civil do Amapá, da FICCO/PA, da Polícia Civil do Pará e do Gabinete Militar do MP/AP.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
(96) 3213-7500

 

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF combate grupo suspeito de contrabando de agrotóxicos

Jaguarão/RS. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (30/6), a Operação Solo Puro para desarticular uma organização criminosa especializada na entrada e na comercialização de agrotóxicos proibidos no Brasil.

A ação contou com oito mandados de busca e apreensão: sete nas cidades sul-rio-grandenses de Boa Vista das Missões, Jaboticaba e Palmeira das Missões; e um em Santa Helena/PR.

Por determinação da Justiça Federal de Rio Grande, foram bloqueados até R$ 12 milhões em contas dos investigados. Também houve o sequestro de bens móveis, imóveis e a aplicação de nove medidas cautelares diversas da prisão.

O inquérito policial foi instaurado a partir da prisão em flagrante de dois integrantes do grupo, em 2022, na cidade de Jaguarão, fronteira com o Uruguai, durante ação da Brigada Militar. Na ocasião, foram apreendidos rádios comunicadores, facas, armas de fogo e uma carga de agrotóxicos proibidos no país.

A análise dos celulares apreendidos indicou a existência de uma organização criminosa voltada ao contrabando de agrotóxicos pelas fronteiras com Uruguai, Argentina e Paraguai. As apurações também demonstraram que o grupo continuou atuando mesmo após as prisões.

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Entre os produtos contrabandeados está o Paraquat, herbicida de alta toxicidade proibido no Brasil pela Anvisa devido aos riscos à saúde.

Os investigados poderão responder pelos crimes de contrabando, organização criminosa e lavagem de dinheiro, sem prejuízo de outros delitos que vierem a ser identificados no curso das apurações.

Comunicação Social da Polícia Federal em Jaguarão
Fone: (53) 3266-9000
@pfriograndedosul

Fonte: Polícia Federal

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