NACIONAL

Saiba como se inscrever no Enem 2025

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 estão abertas e podem ser realizadas até o dia 6 de junho, exclusivamente pela Página do Participante. Esse prazo também se aplica aos pedidos de atendimento especializado e de tratamento pelo nome social. 

A edição de 2025 do exame traz uma novidade para os estudantes da rede pública que estão concluindo o ensino médio: a inscrição no Enem será pré-preenchida automaticamente pelo sistema.  

Nesses casos, não será gerado boleto para pagamento da taxa, ainda que o estudante não tenha solicitado formalmente a isenção. No entanto, a confirmação da inscrição é obrigatória. O candidato deve acessar a Página do Participante, verificar se os dados estão corretos e, em seguida, selecionar a opção entre inglês e espanhol para a prova de língua estrangeira.  

Isenção– Os demais participantes que tiveram a isenção da taxa de inscrição no Enem 2025 ou a justificativa de ausência na edição de 2024 aprovadas também devem acessar a Página do Participante e realizar a inscrição. 

Certificação– Os participantes com 18 anos ou mais que desejam utilizar o Enem para obter o certificado de conclusão do ensino médio devem informar essa opção no momento da inscrição. 

O retorno da certificação pelo Enem não exclui o papel do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), que continua sendo aplicado e possibilitando a certificação de conclusão do ensino médio. 

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Confira o passo a passo: 

1  Acesse a Página do Participante e selecione “Inscrição”. 

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2  Em seguida, insira o número do CPF e a data de nascimento (iguais aos cadastrados na Receita Federal) e clique em “Iniciar a inscrição”.  

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3 Após essa etapa, confirme se os seus dados estão de acordo com o cadastro na Receita Federal.  

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4 – Prossiga de acordo com as orientações e confirme as informações solicitadas. Dados como “Cor/Raça”, “Estado Civil” e “Nacionalidade”, entre outros, são obrigatórios.  

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5 – Informe se serão necessários recursos de acessibilidade.  

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6– Para solicitar tratamento pelo nome social, o interessado deve realizar o cadastro dessa condição junto à Receita Federal do Brasil.  

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7 – Escolha entre os idiomas inglês e espanhol para realizar a prova de língua estrangeira.  

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8 Este ano, os participantes com 18 anos ou mais que desejarem usar o Enem para obter o certificado de conclusão do ensino médio ou a declaração parcial de proficiência devem informar essa opção no momento da inscrição.  

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9 Escolha o município no qual deseja fazer as provas. Se o município de prova for diferente do município de residência, o sistema solicitará confirmação.  

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10 Ao terminar de informar os dados necessários, clique em “Enviar Inscrição”.  

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Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni). 

Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são utilizados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. 

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep  

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

MEC amplia prazo de participação no Diagnóstico de Equidade Racial

O Ministério da Educação (MEC) ampliou o prazo de participação no Diagnóstico Equidade 2026. Agora, redes estaduais e municipais de ensino terão até o dia 15 de julho para preenchimento e envio das informações. O Diagnóstico faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e está disponível no módulo Pneerq do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Até o momento, 89% dos questionários foram enviados (totalizando 4.967 municípios e 23 estados); 2% de preenchimento em andamento e 8% de questionários não foram iniciados.  

O Diagnóstico tem o objetivo de mapear os avanços e desafios das redes na implementação da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2009, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas. 

O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também tem a proposta de monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil.   

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Os eixos do diagnóstico estão organizados em dez dimensões temáticas: fortalecimento do marco legal; formação de gestores e profissionais da educação; gestão educacional; materiais didáticos e paradidáticos; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena. 

Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, criada pela Portaria nº 470/2024, objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola.   

São compromissos dessa política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade educação escolar quilombola, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de identificação e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas). 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi  

Fonte: Ministério da Educação

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