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Publicação debate intersetorialidade na educação integral

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O Ministério da Educação (MEC) lança, nesta quarta-feira, 17 de junho, a obra “Pensar a Educação Integral desde a Perspectiva da Intersetorialidade: sujeitos, saberes e territórios”. O livro, que integra as ações do Programa Escola em Tempo Integral, busca fortalecer o debate nacional sobre o uso da articulação entre universidades, sistemas de ensino, organismos governamentais e redes de colaboração territorial para garantir a efetiva implementação dessa modalidade de ensino. A divulgação será realizada em transmissão ao vivo, no canal do MEC no Youtube, a partir das 9h (horário de Brasília), durante a III Reunião Técnica da Cátedra Unesco – Cidade que Educa e Transforma”.

A publicação parte da compreensão de que a educação integral não se limita à ampliação da jornada escolar, mas pressupõe a articulação entre diferentes políticas públicas, saberes e atores sociais, promovendo experiências educativas conectadas às realidades dos territórios. Ao longo de seus capítulos, o livro aborda temas como: territórios educativos; educação infantil; educação popular; educação ambiental; participação social; contextos indígenas; e memória cultural, de modo a contribuir para a qualificação do debate nacional sobre educação integral e intersetorialidade.

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O material reúne pesquisadores, gestores e educadores de diferentes regiões do país e apresenta reflexões, estudos e experiências relacionadas à construção de políticas públicas integradas. A obra é resultado de um processo de cooperação entre o MEC, a Universidade Federal da Fronteira Sul (Uffs), a Cátedra Unesco – Cidade que Educa e Transforma, além de diversas instituições parceiras.

No evento, especialistas de diferentes áreas do governo federal e de organizações parceiras participaram de um debate sobre a integração entre educação, cultura, ciência, tecnologia, assistência social e demais políticas públicas que contribuem para a formação integral dos estudantes. Ao longo do dia, a programação segue com outras mesas de discussão.

O evento é destinado a gestores estaduais, municipais e distritais de educação; integrantes da Rede Nacional de Articuladores do Programa Escola em Tempo Integral (Renapeti), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); bem como a pesquisadores; membros de universidades e instituições parceiras; profissionais da educação; estudantes de graduação e de pós-graduação; e organizações da sociedade civil.

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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Força-Tarefa Previdenciária combate esquema de falsificação de atestados em Sergipe

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A Força-Tarefa Previdenciária no Estado de Sergipe deflagrou, na manhã desta quarta-feira (7), a Operação Atestado Viciado II, com o objetivo de desarticular ação criminosa que utilizava atestados médicos falsos, para obtenção indevida de benefícios assistenciais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Foram cumpridos dois mandados, expedidos pela 3ª Vara Federal da Seção Judiciária de Sergipe, na cidade de Aracaju (SE). A primeira fase foi deflagrada em abril deste ano, quando cumpriu um mandado de busca e apreensão.

As investigações tiveram início a partir de denúncia encaminhada à Seção de Inteligência da Previdência Social em Sergipe (SIPPS/SE) e de notícia-crime apresentada à Polícia Federal, relatando a utilização de atestados médicos falsos para a obtenção indevida de benefícios assistenciais junto ao INSS.

As apurações apontaram a atuação de uma advogada responsável por buscar interessados em obter benefícios fraudulentos. Segundo relato da denunciante, a profissional realizaria os agendamentos de perícias, apresentando-se falsamente como parente dos segurados. Contudo, quem efetivamente acompanhava os beneficiários durante as avaliações médico periciais seria seu esposo, o qual, em pelo menos uma oportunidade, teria se identificado indevidamente como irmão de um dos periciados.

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Além disso, foram identificados documentos médicos falsamente atribuídos a diversos profissionais da área, especialmente psiquiatras e neurologistas regularmente inscritos nos respectivos Conselhos Regionais de Medicina (CRM).

De acordo com a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), o prejuízo efetivamente apurado ultrapassa R$ 650 mil. No entanto, com a desarticulação do esquema criminoso, estima-se uma economia superior a R$ 15 milhões aos cofres públicos, em valores futuros que continuariam a ser indevidamente pagos aos beneficiários, considerando-se a expectativa de sobrevida dos titulares dos benefícios, a partir das Tabelas de Mortalidade do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A ação foi conduzida pela Polícia Federal e contou com a participação da CGINP do Ministério da Previdência Social (MPS).

Há 26 anos, a Força-Tarefa Previdenciária é integrada pelo Ministério da Previdência Social e pela Polícia Federal, que atuam em conjunto no combate a crimes estruturados contra o sistema previdenciário. No Ministério da Previdência Social, cabe à Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social detectar e analisar os indícios de crimes e fraudes organizadas.

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Fonte: Ministério da Previdência Social

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