NACIONAL

Programa de Regionalização do Turismo ganha duas ações e amplia parcerias com estados, municípios e regiões turísticas

O turismo brasileiro passa a contar com um Programa de Regionalização ainda mais próximo de quem faz o setor acontecer no dia a dia. Com a atualização das diretrizes do PRT, o Ministério do Turismo (MTur) formaliza duas ações estruturantes dentro do Programa, reforçando as parcerias com estados, municípios e, principalmente, com as Instâncias de Governança Regional (IGRs).

Na prática, o PRT deixa de ser apenas um instrumento de organização territorial e passa a atuar também como um braço de apoio direto à gestão, à capacitação e ao planejamento do turismo nos territórios.

IGRs como parceiras do Ministério do Turismo

Uma das grandes novidades é a criação da ação Gestão e Governança com as IGRs. Nessa frente, o Ministério do Turismo vai desenvolver atividades em parceria com Instâncias de Governança Regional selecionadas por meio de chamamento público.

Essas IGRs passam a atuar como parceiras institucionais do MTur na implementação do Programa de Regionalização do Turismo.

Entre as atividades previstas estão:

– realização de eventos regionais,
– capacitação de gestores públicos e privados,
– elaboração de materiais orientativos,
– atendimentos técnicos especializados,
– e outras ações voltadas ao fortalecimento da gestão turística.

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A proposta é dar mais estrutura e protagonismo às IGRs, reconhecendo seu papel estratégico na articulação entre municípios, estados, iniciativa privada e sociedade civil.

Mais capacitação e fortalecimento do Sistema Nacional de Turismo

Com essa nova ação, o Ministério do Turismo amplia sua atuação direta nos territórios, contribuindo para a qualificação da gestão, a troca de experiências e a consolidação do Sistema Nacional de Turismo.

Ao transformar as IGRs em parceiras formais do Programa, o PRT passa a ter mais capilaridade e presença local, respeitando as características de cada região turística e apoiando soluções pensadas a partir da realidade de cada território.

Planos de Turismo entram oficialmente no Programa

A segunda ação estruturante formalizada na nova portaria é o apoio à elaboração e atualização dos Planos de Turismo.

Embora o Ministério do Turismo já realizasse esse tipo de apoio, essa atuação não fazia parte oficialmente do Programa de Regionalização do Turismo. Com a atualização da norma, os planos locais e regionais passam a integrar, de forma definitiva, as ações do PRT.

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Isso significa que o planejamento deixa de ser uma iniciativa isolada e passa a estar diretamente conectado à lógica da regionalização, fortalecendo o desenvolvimento integrado dos destinos.

Planejar para crescer com organização

O apoio do MTur aos planos de turismo tem como objetivo ajudar estados, municípios e regiões turísticas a:

– definir prioridades,
– organizar investimentos,
– fortalecer produtos e experiências turísticas,
– e alinhar ações locais às políticas nacionais de turismo.

Com isso, o Programa de Regionalização do Turismo passa a atuar não só na organização dos territórios, mas também na construção do futuro do turismo brasileiro, com planejamento, diálogo e cooperação entre os entes federados.

Um programa mais próximo da realidade dos destinos

Com as duas novas ações, o PRT se fortalece como um programa mais prático, colaborativo e conectado com quem está na ponta. A regionalização deixa de ser apenas um conceito e se transforma em parceria, capacitação e planejamento, criando bases mais sólidas para o desenvolvimento sustentável do turismo em todo o país.

Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Autorizado funcionamento de 24 novos campi de IFs

O Ministério da Educação publicou, nesta segunda-feira, 6 de julho, a Portaria nº 591/2026, que autoriza o funcionamento de 24 novos campi de Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia localizados em 12 estados brasileiros. Com o acréscimo dos 24 campi, a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica passa a contar com 754 unidades. 

As unidades autorizadas são: Manicoré e Santo Antônio do Içá (Instituto Federal do Amazonas); Itabuna (Instituto Federal da Bahia); Cavalcante (Instituto Federal de Goiás); Fortaleza – São Gerardo (Instituto Federal do Ceará); São João Nepomuceno (Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais); Alenquer, Barcarena, Redenção, Tailândia e Viseu (Instituto Federal do Pará); Águas Belas e Santa Cruz do Capibaribe (Instituto Federal de Pernambuco); Araripina (Instituto Federal do Sertão Pernambucano); Araucária (Instituto Federal do Paraná); Magé (Instituto Federal Fluminense); Caçapava do Sul (Instituto Federal Farroupilha); Gramado (Instituto Federal do Rio Grande do Sul); Rosário do Sul e Triunfo (Instituto Federal Sul-rio-grandense); Campos Novos e Mafra (Instituto Federal Catarinense); e Carapicuíba e São Bernardo do Campo (Instituto Federal de São Paulo).  

Conforme a portaria, as 24 novas unidades possuem duas tipologias diferentes, sendo 18 delas com capacidade para atender até 1,4 mil estudantes, com 70 professores e 45 técnicos administrativos em educação. As seis restantes são de tipologia 40 professores e 26 técnicos administrativos e têm capacidade para atender até 800 estudantes. A distribuição leva em conta o porte populacional das regiões atendidas. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

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