NACIONAL

MPS e INSS levam cidadania e ampliam acesso a serviços no Governo do Brasil na Rua em Curitiba

Centenas de atendimentos previdenciários e assistenciais foram realizados durante a 16ª edição do Governo na Rua, promovida nesta sexta-feira (8), na Unidade Rebouças da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba. A ação reuniu diversos órgãos federais em uma grande força-tarefa de cidadania e inclusão social coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o Ministério da Previdência Social (MPS) participaram da iniciativa oferecendo atendimento sem necessidade de agendamento prévio, garantindo mais agilidade e acesso à população paranaense. Ao longo do dia, foram realizados 339 atendimentos, entre protocolos de requerimentos, orientações administrativas, perícias médicas, avaliações sociais e análises da Junta de Recursos do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS).

A mobilização contou com atuação integrada da Superintendência Regional Sul do INSS, da Gerência-Executiva de Curitiba e de equipes de diversas regiões do Paraná, incluindo gestores e servidores das gerências-executivas de Ponta Grossa, Cascavel e Maringá, além do apoio das equipes do Ministério da Previdência Social e da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Durante o evento, segurados puderam resolver demandas previdenciárias de forma rápida e humanizada. Foi o caso de Edson Soares, 52 anos, morador de Curitiba (PR), que compareceu ao local para protocolar um requerimento de recurso e teve o pedido prontamente analisado pela 16ª Junta de Recursos do CRPS, obtendo decisão favorável para reativação do benefício e recebimento dos valores retroativos.

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Emocionado com o resultado, Edson destacou a agilidade e a resolutividade do atendimento recebido durante a ação. “Eu não esperava que essa ação fosse proporcionar tamanha resolutividade. Hoje consegui protocolar meu recurso, ele já foi analisado e deferido. Vou receber meu retroativo e isso faz toda a diferença na minha vida. Só tenho a agradecer toda a equipe pelo atendimento, pela atenção e pelo tratamento que recebi aqui”, afirmou.

Outra beneficiada pela ação foi a segurada Inês Galvão, que procurou o evento inicialmente apenas para tentar agendar uma perícia médica e acabou realizando o atendimento no próprio local. “Eu vim apenas tentar marcar minha perícia e fui surpreendida com todo esse atendimento. Desde o início, todas as pessoas me acolheram muito bem, me orientaram e me acompanharam até o final. Isso vai mudar a minha vida e a vida de muita gente que precisa desse atendimento. Só tenho gratidão por toda a equipe e por essa ação tão importante”, afirmou Inês Galvão.

Segundo a gerente-executiva do INSS em Curitiba, Silvana Bernardino, a ação representou um importante momento de aproximação entre a Previdência Social e a população, ampliando o acesso aos serviços previdenciários de forma acolhedora e sem burocracia. “Foi um momento único de chamamento à população para essa oportunidade de ter acesso aos serviços do INSS sem necessidade de agendamento prévio. Tivemos uma grande oferta de serviços para a população de Curitiba e região e ficamos muito satisfeitos com a adesão e com todo o atendimento realizado aos segurados ao longo do dia”, destacou Silvana Bernardino.

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O superintendente regional Sul do INSS, Alberto Alegre, destacou a atuação integrada das equipes e a importância da presença institucional do INSS em ações itinerantes de cidadania. “Através dessa iniciativa, prestamos atendimentos presenciais ágeis e humanizados que reforçam são a verdadeira essência do INSS”, concluiu.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, participou da abertura institucional do evento e acompanhou os atendimentos realizados pelos órgãos federais presentes.

Além dos serviços previdenciários, a população teve acesso a vacinação, atendimentos de saúde, microchipagem de cães e gatos e outros serviços públicos gratuitos, consolidando o Governo na Rua como uma importante ação de aproximação entre Estado e sociedade.

Texto: Comunicação INSS Paraná

Fonte: Ministério da Previdência Social

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NACIONAL

Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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