NACIONAL

MME avança para tornar o Brasil mais atrativo para instalação de data centers e plantas de hidrogênio

O Ministério de Minas e Energia (MME) está comprometido em tornar o Brasil um país atrativo para data centers e plantas de hidrogênio verde. As ações para viabilizar a instalação de novas infraestruturas foram destacadas, nesta quinta-feira (5/06), durante a 2ª Semana Regulatória, promovida pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Ao representar o MME no evento, o secretário de Transição Energética e Planejamento, Thiago Barral, reforçou o empenho do ministério para fortalecer o planejamento energético, ampliar as redes de transmissão e construir um ambiente regulatório seguro: “É muito importante para o Brasil ter uma política de atração de data centers que aproveite a potencialidade dos recursos energéticos que nós temos sustentáveis e os melhores padrões de eficiência energética e de sustentabilidade”.

Segundo o secretário, a instalação desses empreendimentos representa uma oportunidade para impulsionar a transição energética e a inovação no país. Os data centers, por exemplo, são fundamentais para o avanço da inteligência artificial (IA), que pode otimizar os processos e reduzir custos em diversos setores, incluindo o setor elétrico.

“O fato é que hoje o Brasil ainda depende e contrata muitos dos seus serviços digitais e de data centers fora do país. Nós temos condições de ampliar a oferta dos serviços aqui para as empresas brasileiras, gerando ganhos porque esses serviços geram ganho de produtividade”, afirmou Barral.

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A participação de Barral ocorreu no painel Transição Energética e o Setor Elétrico Brasileiro: Desafios e Oportunidades Regulatórias. A 2ª Semana Regulatória da ONS reuniu especialistas e representantes de instituições do setor para debater os principais desafios e as perspectivas da regulação.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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NACIONAL

MEC debate diretrizes e avaliação do PET

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), iniciou, na segunda-feira, 27 de abril, uma série de debates técnicos voltados ao aprimoramento do Programa de Educação Tutorial (PET). As atividades ocorreram no edifício-sede da pasta, em Brasília, e se estenderão até o dia 29 de abril.  

A mesa de abertura contou com a participação do secretário de Educação Superior, Marcus David; do diretor de Políticas de Acesso à Educação Superior, Adilson Carvalho; e do coordenador-geral de Políticas Estudantis, Artur Araújo. Durante o encontro, foi ressaltada a função do PET como política pública estruturante para a educação superior brasileira e a importância de fortalecer seus mecanismos de acompanhamento.  

“O PET se consolida como uma política indispensável para a educação superior do país. Ao promover a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, o programa contribui ativamente para a formação crítica dos estudantes de graduação”, destacou o secretário Marcus David, em alinhamento aos propósitos centrais do programa.  

Foco no aprimoramento e qualidade – O debate central do encontro gira em torno do fortalecimento institucional do programa, que teve sua Comissão de Avaliação reestruturada pela Portaria nº 21, de 23 de maio de 2024. A comissão atua como instância consultiva e avaliativa vinculada à Sesu, sendo essencial para analisar processos, emitir pareceres e subsidiar a tomada de decisão de forma transparente e equitativa.  

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Durante as reuniões, os membros da comissão discutem temas essenciais para o ciclo avaliativo, como a análise do planejamento e dos relatórios dos Comitês Locais de Acompanhamento e Avaliação (CLAA) e a avaliação do desempenho geral do programa. O colegiado também exerce o papel de propor melhorias, recomendar a manutenção, a ampliação ou a extinção de grupos PET e assessorar o MEC na formulação de políticas, critérios e diretrizes estratégicas.  

Representatividade e grupos de trabalho – A composição da Comissão de Avaliação reflete a pluralidade e a diversidade regional e temática do país, reunindo representantes de diversas áreas do conhecimento, abrangendo ciências agrárias, biológicas, da saúde, exatas e da terra, humanas, sociais aplicadas, engenharias, letras e artes e interdisciplinar. Além disso, o trabalho conta com a participação técnica da Sesu e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi).  

A dinâmica das atividades programadas para os três dias inclui a divisão em subgrupos de trabalho (GTs) e plenárias do colegiado para o exame técnico de processos e a discussão de demandas pontuadas pela Comissão Executiva Nacional do Programa de Educação Tutorial (Cenapet). O objetivo final das deliberações é ampliar a capacidade de impacto do PET, promovendo uma educação superior alinhada às realidades do Brasil.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu 

Fonte: Ministério da Educação

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