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Ministro Celso Sabino se reúne com empresa aérea para debater expansão de voos internacionais no Brasil

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O ministro do Turismo, Celso Sabino, se reuniu nesta quarta-feira (27/08), em Brasília (DF), com representantes da empresa aérea internacional Air France/KLM. Durante o encontro, que teve como foco principal a possibilidade de expansão de novas rotas entre o Brasil e a Europa, a empresa francesa anunciou que irá aumentar, de dois para três, os voos diretos semanais da França para Fortaleza a partir de outubro.

Ainda no decorrer da agenda, o ministro destacou o potencial turístico do Brasil em regiões do Norte e do Nordeste que contam com poucos ou com nenhum voo internacional, como João Pessoa (PB), Boa Vista (RR) e São Luís (MA). Celso Sabino também destacou a importância de novos voos para Belém (PA) em virtude da COP30, em novembro, e sugeriu que a companhia estudasse novos mercados no Brasil.

“Estamos em quinto lugar entre os destinos das Américas que mais recebem visitantes estrangeiros. Ficamos atrás apenas de Estados Unidos, México, Canadá e República Dominicana. Além disso, o Brasil registrou o segundo maior aumento de entrada de turistas internacionais no primeiro trimestre de 2025. Isso mostra o momento histórico do turismo brasileiro”, destacou o ministro.

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Gastos de estrangeiros

Os turistas internacionais trouxeram um reforço expressivo para a economia nacional. De janeiro a julho deste ano, os visitantes deixaram no país um total de R$ 26,4 bilhões (equivalente a US$ 4,883 bilhões), em despesas com hospedagem, alimentação, transporte, lazer e compras. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (26.08) pelo Banco Central e analisados pelo Ministério do Turismo.

O montante é tão significativo que já supera o Produto Interno Bruto (PIB) de importantes cidades brasileiras. Em 2021, último dado consolidado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a capital potiguar, Natal (RN), registrou PIB de R$ 24,1 bilhões. O mesmo ocorreu com Santos (SP), cujo PIB foi de R$ 24,0 bilhões, e Londrina (PR), que somou R$ 23,6 bilhões.

Por Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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